FERREIRA GULLAR
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Ao chegar à Presidência da República, Lula adotou os programas contra os quais batalhara anos a fio
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FAZ MUITOS ANOS já que não pertenço a nenhum partido político, muito embora me preocupe todo o tempo com os problemas do país e, na medida do possível, procure contribuir para o entendimento do que ocorre. Em função disso, formulo opiniões sobre os políticos e os partidos, buscando sempre examinar os fatos com objetividade.
Minha história com o PT é indicativa desse esforço por ver as coisas objetivamente. Na época em que se discutia o nascimento desse novo partido, alguns companheiros do Partido Comunista opunham-se drasticamente à sua criação, enquanto eu argumentava a favor, por considerar positivo um novo partido de trabalhadores. Alegava eu que, se nós, comunas, não havíamos conseguido ganhar a adesão da classe operária, devíamos apoiar o novo partido que pretendia fazê-lo e, quem sabe, o conseguiria.
Lembro-me do entusiasmo de Mário Pedrosa por Lula, em quem via o renascer da luta proletária, paixão de sua juventude. Durante a campanha pela Frente Ampla, numa reunião no Teatro Casa Grande, pela primeira vez pude ver e ouvir Lula discursar.
Não gostei muito do tom raivoso do seu discurso e, especialmente, por ter acusado "essa gente de Ipanema" de dar força à ditadura militar, quando os organizadores daquela manifestação -como grande parte da intelectualidade que lutava contra o regime militar- ou moravam em Ipanema ou frequentavam sua praia e seus bares. Pouco depois, o torneiro mecânico do ABC passou a namorar uma jovem senhora da alta burguesia carioca.
Não foi isso, porém, que me fez mudar de opinião sobre o PT, mas o que veio depois: negar-se a assinar a Constituição de 1988, opor-se ferozmente a todos os governos que se seguiram ao fim da ditadura -o de Sarney, o de Collor, o de Itamar, o de FHC. Os poucos petistas que votaram pela eleição de Tancredo foram punidos. Erundina, por ter aceito o convite de Itamar para integrar seu ministério, foi expulsa.
Durante o governo FHC, a coisa se tornou ainda pior: Lula denunciou o Plano Real como uma mera jogada eleitoreira e orientou seu partido para votar contra todas as propostas que introduziam importantes mudanças na vida do país. Os petistas votaram contra a Lei de Responsabilidade Fiscal e, ao perderem no Congresso, entraram com uma ação no Supremo a fim de anulá-la. As privatizações foram satanizadas, inclusive a da Telefônica, graças à qual hoje todo cidadão brasileiro possui telefone. E tudo isso em nome de um esquerdismo vazio e ultrapassado, já que programa de governo o PT nunca teve.
Ao chegar à presidência da República, Lula adotou os programas contra os quais batalhara anos a fio. Não obstante, para espanto meu e de muita gente, conquistou enorme popularidade e, agora, ameaça eleger para governar o país uma senhora, até bem pouco desconhecida de todos, que nada realizou ao longo de sua obscura carreira política.
No polo oposto da disputa está José Serra, homem público, de todos conhecido por seu desempenho ao longo das décadas e por capacidade realizadora comprovada. Enquanto ele apresenta ao eleitor uma ampla lista de realizações indiscutivelmente importantes, no plano da educação, da saúde, da ampliação dos direitos do trabalhador e da cidadania, Dilma nada tem a mostrar, uma vez que sua candidatura é tão simplesmente uma invenção do presidente Lula, que a tirou da cartola, como ilusionista de circo que sabe muito bem enganar a plateia.
A possibilidade da eleição dela é bastante preocupante, porque seria a vitória da demagogia e da farsa sobre a competência e a dedicação à coisa pública. Foi Serra quem introduziu no Brasil o medicamento genérico; tornou amplo e efetivo o tratamento das pessoas contaminadas pelo vírus da Aids, o que lhe valeu o reconhecimento internacional. Suas realizações, como prefeito e governador, são provas de indiscutível competência. E Dilma, o que a habilita a exercer a Presidência da República? Nada, a não ser a palavra de Lula, que, por razões óbvias, não merece crédito.
O povo nem sempre acerta. Por duas vezes, o Brasil elegeu presidentes surgidos do nada -Jânio e Collor. O resultado foi desastroso. Acha que vale a pena correr de novo esse risco?
VOTOS BRANCOS OU NULOS INVALIDAM ELEIÇÕES?
Para os amigos internautas uma matéria elucidativa.
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Por Roney para todos
Afinal de contas as eleições são ou não canceladas se houver mais de 50% de votos nulos?
A cada período eleitoral vemos isso repetido exaustivamente como um convite ao voto nulo em massa, existem até cartilhas ensinando a votar nulo.
Na semana passada fui informado que isto não é verdade e que os votos nulos ou em branco são simplesmente ignorados na contagem dos votos e que se 99% das pessoas votarem nulo e 1% votar em um candidato ele será eleito com 100% dos votos.
Como não podemos acreditar em nada que os outros dizem hoje em dia fui abrir um post aqui mesmo no grupo Brasil para ver se alguém escrevia um artigo explicando como funciona isso e nos dando os links para as leis que comprovam a informação. Como nenhum advogado se habilitou fui eu mesmo ler as leis e acho que elas são bem claras.
A resposta definitiva é: Não! Votos nulos não anulam uma eleição.
Mas vamos provar isso, certo?
A lei que rege as eleições é a Lei 4737 de 15 de julho de 1965.
Nela vemos o seguinte sobre a anulação das eleições:
• Art. 224. Se a nulidade atingir a mais de metade dos votos do país nas eleições presidenciais, do Estado nas eleições federais e estaduais ou do município nas eleições municipais, julgar-se-ão prejudicadas as demais votações e o Tribunal do prazo de 20 (vinte) a 40 (quarenta) dias.
Isso significa que se houver anulação de mais de metade dos votos de uma eleição ela terá que ser feita novamente, mas anulação de votos não se faz em função de votos nulos. Veja o que ela diz sobre isso em um artigo anterior:
• Art. 220. É nula a votação:
1. quando feita perante mesa não nomeada pelo juiz eleitoral, ou constituída com ofensa à letra da lei;
2. quando efetuada em folhas de votação falsas;
3. quando realizada em dia, hora, ou local diferentes do designado ou encerrada antes das 17 horas;
4. quando preterida formalidade essencial do sigilo dos sufrágios.
5. quando a seção eleitoral tiver ido localizada com infração do disposto nos §§ 4º e 5º do art. 135.(Incluído pela Lei nº 4.961, de 4.5.1966)
Como podemos ver nenhum dos fatores de anulação tem relação com os votos nulos ou brancos.
Os artigos 221 e 222 também falam em anulação de votação, mas tratam de falsa identidade, obstrução da fiscalização e outros atos que comprometam a legalidade do sufrágio (votação).
A confusão acontece, imagino, pela combinação do uso de palavras com mesma raiz (nulo e anulação) com o interesse político de que os que são contra a classe política atualmente instalada invalidem os seus votos.
Sobre os votos nulos em momento algum eles são tratados como votos de protesto e sim como votos incorretamente preenchidos ou de origem suspeita. Isso é regulado pelo artigo 175 da mesma lei que classifica como nulos os votos:
I - que não corresponderem ao modelo oficial; (Vide Lei nº 7.332, de 1º.7.1985)
II - que não estiverem devidamente autenticadas;
III - que contiverem expressões, frases ou sinais que possam identificar o voto.
§ 1º Serão nulos os votos, em cada eleição majoritária:
I - quando forem assinalados os nomes de dois ou mais candidatos para o mesmo cargo;
II - quando a assinalação estiver colocada fora do quadrilátero próprio, desde que torne duvidosa a manifestação da vontade do eleitor.
§ 2º Serão nulos os votos, em cada eleição pelo sistema proporcional: (Parágrafo renumerado pelo art. 39 da Lei 4.961, de 4 5.66)
I - quando o candidato não fôr indicado, através do nome ou do número, com clareza suficiente para distinguí-lo de outro candidato ao mesmo cargo, mas de outro partido, e o eleitor não indicar a legenda;
II - se o eleitor escrever o nome de mais de um candidato ao mesmo cargo, pertencentes a partidos diversos, ou, indicando apenas os números, o fizer também de candidatos de partidos diferentes;
III - se o eleitor, não manifestando preferência por candidato, ou o fazendo de modo que não se possa identificar o de sua preferência, escrever duas ou mais legendas diferentes no espaço relativo à mesma eleição.
IV- se o eleitor escrever apenas a sigla partidária, não indicano o candidato de sua preferência. (Incluído pela Lei nº 6.989, de 5.5.1982) e (Restabelecido pela Lei nº 7.332, de 1º.7.1985)
§ 3º Serão nulos, para todos os efeitos, os votos dados a candidatos inelegíveis ou não registrados. : (Parágrafo renumerado pelo art. 39 da Lei 4.961, de 4 5.66)
§ 4º O disposto no parágrafo anterior não se aplica quando a decisão de inelegibilidade ou de cancelamento de registro for proferida após a realização da eleição a que concorreu o candidato alcançado pela sentença, caso em que os votos serão contados para o partido pelo qual tiver sido feito o seu registro. (Incluído pela Lei nº 7.179, de 19.12.1983)
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Afinal de contas as eleições são ou não canceladas se houver mais de 50% de votos nulos?
A cada período eleitoral vemos isso repetido exaustivamente como um convite ao voto nulo em massa, existem até cartilhas ensinando a votar nulo.
Na semana passada fui informado que isto não é verdade e que os votos nulos ou em branco são simplesmente ignorados na contagem dos votos e que se 99% das pessoas votarem nulo e 1% votar em um candidato ele será eleito com 100% dos votos.
Como não podemos acreditar em nada que os outros dizem hoje em dia fui abrir um post aqui mesmo no grupo Brasil para ver se alguém escrevia um artigo explicando como funciona isso e nos dando os links para as leis que comprovam a informação. Como nenhum advogado se habilitou fui eu mesmo ler as leis e acho que elas são bem claras.
A resposta definitiva é: Não! Votos nulos não anulam uma eleição.
Mas vamos provar isso, certo?
A lei que rege as eleições é a Lei 4737 de 15 de julho de 1965.
Nela vemos o seguinte sobre a anulação das eleições:
• Art. 224. Se a nulidade atingir a mais de metade dos votos do país nas eleições presidenciais, do Estado nas eleições federais e estaduais ou do município nas eleições municipais, julgar-se-ão prejudicadas as demais votações e o Tribunal do prazo de 20 (vinte) a 40 (quarenta) dias.
Isso significa que se houver anulação de mais de metade dos votos de uma eleição ela terá que ser feita novamente, mas anulação de votos não se faz em função de votos nulos. Veja o que ela diz sobre isso em um artigo anterior:
• Art. 220. É nula a votação:
1. quando feita perante mesa não nomeada pelo juiz eleitoral, ou constituída com ofensa à letra da lei;
2. quando efetuada em folhas de votação falsas;
3. quando realizada em dia, hora, ou local diferentes do designado ou encerrada antes das 17 horas;
4. quando preterida formalidade essencial do sigilo dos sufrágios.
5. quando a seção eleitoral tiver ido localizada com infração do disposto nos §§ 4º e 5º do art. 135.(Incluído pela Lei nº 4.961, de 4.5.1966)
Como podemos ver nenhum dos fatores de anulação tem relação com os votos nulos ou brancos.
Os artigos 221 e 222 também falam em anulação de votação, mas tratam de falsa identidade, obstrução da fiscalização e outros atos que comprometam a legalidade do sufrágio (votação).
A confusão acontece, imagino, pela combinação do uso de palavras com mesma raiz (nulo e anulação) com o interesse político de que os que são contra a classe política atualmente instalada invalidem os seus votos.
Sobre os votos nulos em momento algum eles são tratados como votos de protesto e sim como votos incorretamente preenchidos ou de origem suspeita. Isso é regulado pelo artigo 175 da mesma lei que classifica como nulos os votos:
I - que não corresponderem ao modelo oficial; (Vide Lei nº 7.332, de 1º.7.1985)
II - que não estiverem devidamente autenticadas;
III - que contiverem expressões, frases ou sinais que possam identificar o voto.
§ 1º Serão nulos os votos, em cada eleição majoritária:
I - quando forem assinalados os nomes de dois ou mais candidatos para o mesmo cargo;
II - quando a assinalação estiver colocada fora do quadrilátero próprio, desde que torne duvidosa a manifestação da vontade do eleitor.
§ 2º Serão nulos os votos, em cada eleição pelo sistema proporcional: (Parágrafo renumerado pelo art. 39 da Lei 4.961, de 4 5.66)
I - quando o candidato não fôr indicado, através do nome ou do número, com clareza suficiente para distinguí-lo de outro candidato ao mesmo cargo, mas de outro partido, e o eleitor não indicar a legenda;
II - se o eleitor escrever o nome de mais de um candidato ao mesmo cargo, pertencentes a partidos diversos, ou, indicando apenas os números, o fizer também de candidatos de partidos diferentes;
III - se o eleitor, não manifestando preferência por candidato, ou o fazendo de modo que não se possa identificar o de sua preferência, escrever duas ou mais legendas diferentes no espaço relativo à mesma eleição.
IV- se o eleitor escrever apenas a sigla partidária, não indicano o candidato de sua preferência. (Incluído pela Lei nº 6.989, de 5.5.1982) e (Restabelecido pela Lei nº 7.332, de 1º.7.1985)
§ 3º Serão nulos, para todos os efeitos, os votos dados a candidatos inelegíveis ou não registrados. : (Parágrafo renumerado pelo art. 39 da Lei 4.961, de 4 5.66)
§ 4º O disposto no parágrafo anterior não se aplica quando a decisão de inelegibilidade ou de cancelamento de registro for proferida após a realização da eleição a que concorreu o candidato alcançado pela sentença, caso em que os votos serão contados para o partido pelo qual tiver sido feito o seu registro. (Incluído pela Lei nº 7.179, de 19.12.1983)
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PODER LEGISLATIVO SUBMISSO APROFUNDARÁ INJUSTIÇAS SOCIAIS
D I V U L G A Ç Ã O
Aos Deputados, Senadores, trabalhadores, aposentados e ao povo brasileiro
C/C Imprensa nacional e internacional
PODER LEGISLATIVO SUBMISSO APROFUNDARÁ INJUSTIÇAS SOCIAIS
A imprensa já noticia, com base nas pesquisas de opinião, que o resultado das eleições presidências será decidido no primeiro turno - com a eleição da candidata Dilma Roussef - sinalizando, também, de que o governo consolidará maioria nas Casas do Poder Legislativo.
O resultado, já no primeiro turno, não chega a ser novidade, observado a combinação da omissão com a incapacidade da oposição de fazer e de sustentar uma campanha verdadeira, capaz de revelar as mazelas estruturais enfrentadas pelo País, e, sobretudo, representar os ajustes, as mudanças necessárias que o Brasil precisa ver acontecer.
O tempo vai passando e nada acontece. A luta de quem busca alternativas está, a cada dia que passa, mais difícil em razão de ver – sem nenhuma resistência - a avassaladora máquina publicitária da candidatura do governo, fincar, no inconsciente coletivo, de que o que está posto é o rumo, é o caminho certo, fazendo de um telhado de vidro um laje de concreto que dilacera o respeito a cidadania.
A ousadia não tem limites, ao revelar - num processo eletivo que ainda está em curso - a escolha antecipada de possíveis ministeriáveis e, também, de estudos para realização de reformas, já adiantando proposições que passam longe da correção das injustiças históricas identificadas, principalmente, as já identificadas na Previdência Social.
Se o quadro eleitoral permanecer do jeito que caminha, dificilmente haverá condições, de pelo menos, discutir o que está por vir. Será um verdadeiro rolo compressor do que “eles” estão programando e querem ver aprovado na próxima Legislatura, observado que todos os parlamentares, da Câmara e do Senado, estarão submissos as posições do governo e bem a vontade para descumprirem compromissos de campanha, sempre credores de que depois , no dia seguinte, na próximo processo eleitoral, ninguém mais se lembrará das omissões, das atitudes oportunistas, das traições... que reproduzem o círculo vicioso da omissão, do descompromisso, da falsidade ideológica... que realimenta a farsa eleitoral , para não dizer: espetáculo de palhaçadas.
Já atravessamos momentos muito mais difíceis na história do Brasil, e não será, agora, diante do o que estamos assistindo, que vamos nos intimidar, calar... pelo contrário, o processo posto, será enfrentado com o que temos, potencializando forças para desmascarar o que está anunciado para os trabalhadores na próxima Legislatura.
Marcello Araujo –
Aos Deputados, Senadores, trabalhadores, aposentados e ao povo brasileiro
C/C Imprensa nacional e internacional
PODER LEGISLATIVO SUBMISSO APROFUNDARÁ INJUSTIÇAS SOCIAIS
A imprensa já noticia, com base nas pesquisas de opinião, que o resultado das eleições presidências será decidido no primeiro turno - com a eleição da candidata Dilma Roussef - sinalizando, também, de que o governo consolidará maioria nas Casas do Poder Legislativo.
O resultado, já no primeiro turno, não chega a ser novidade, observado a combinação da omissão com a incapacidade da oposição de fazer e de sustentar uma campanha verdadeira, capaz de revelar as mazelas estruturais enfrentadas pelo País, e, sobretudo, representar os ajustes, as mudanças necessárias que o Brasil precisa ver acontecer.
O tempo vai passando e nada acontece. A luta de quem busca alternativas está, a cada dia que passa, mais difícil em razão de ver – sem nenhuma resistência - a avassaladora máquina publicitária da candidatura do governo, fincar, no inconsciente coletivo, de que o que está posto é o rumo, é o caminho certo, fazendo de um telhado de vidro um laje de concreto que dilacera o respeito a cidadania.
A ousadia não tem limites, ao revelar - num processo eletivo que ainda está em curso - a escolha antecipada de possíveis ministeriáveis e, também, de estudos para realização de reformas, já adiantando proposições que passam longe da correção das injustiças históricas identificadas, principalmente, as já identificadas na Previdência Social.
Se o quadro eleitoral permanecer do jeito que caminha, dificilmente haverá condições, de pelo menos, discutir o que está por vir. Será um verdadeiro rolo compressor do que “eles” estão programando e querem ver aprovado na próxima Legislatura, observado que todos os parlamentares, da Câmara e do Senado, estarão submissos as posições do governo e bem a vontade para descumprirem compromissos de campanha, sempre credores de que depois , no dia seguinte, na próximo processo eleitoral, ninguém mais se lembrará das omissões, das atitudes oportunistas, das traições... que reproduzem o círculo vicioso da omissão, do descompromisso, da falsidade ideológica... que realimenta a farsa eleitoral , para não dizer: espetáculo de palhaçadas.
Já atravessamos momentos muito mais difíceis na história do Brasil, e não será, agora, diante do o que estamos assistindo, que vamos nos intimidar, calar... pelo contrário, o processo posto, será enfrentado com o que temos, potencializando forças para desmascarar o que está anunciado para os trabalhadores na próxima Legislatura.
Marcello Araujo –
CONTADORES PAULISTAS ALOPRARAM
CONTADORES PAULISTAS ALOPRARAM: EXIGIR JUNTO AO MINISTÉRIO PÚBLICO ENCONTRO DE CONTAS DO LULISMO COM A SOCIEDADE
ENTRANDO NA ONDA DOS RESSARCIMENTOS POR PERDAS E DANOS ... CONTRA O LULISMO.
===============================
A SOCIEDADE (que paga impostos) JÁ PERDEU O RESPEITO PELO LULISMO E AGORA COMEÇA A SE AGRAVAR A DESCRENÇA NOS PODERES INSTITUÍDOS DA REPÚBLICA.
LULA ESTÁ "DESMONTANDO" O BRASIL OU "TORNEANDO" A NOSSA PACIÊNCIA.
PODERÍAMOS EXIGIR UM "ENCONTRO DE CONTAS", PARA O RESSARCIMENTO DA SOCIEDADE QUE PAGA IMPOSTOS, QUANDO DA PÓS-PRESIDÊNCIA DO LULISMO.
COMO NÃO HOUVE UMA "RECIPROCIDADE PRODUTIVA E RESPONSÁVEL" DO LULISMO, EM RELAÇÃO ÀS NOSSAS REIVINDICAÇÕES - NÓS QUE PAGAMOS IMPOSTOS - EXIGIMOS REPARAÇÕES POR (PELA):
1. FALTA DE CAPACIDADE TÉCNICA,
2. FALTA NOBREZA, ÉTICA E MORALIDADE,
3. NÃO EXPURGO DOS "QUARENTA E TANTOS" LADRÕES DO PT,
4. NÃO INDENIZAÇÃO ÀS FAMÍLIAS DOS MILITARES MORTOS NO REGIME MILITAR,
5. NÃO TER SIDO IMPUGNADA A CANDIDATURA DE DILMA,
6. NÃO TER HAVIDO A PRISÃO E CONDENAÇÃO DE DONA DILMA ESTELA: LADRA, ASSASSINA, TERRORISTA, MENTIROSA, DISSIMULADA E COMUNISTA STALINISTA,
7. NÃO DEVOLUÇÃO DOS GASTOS COM CARTÕES CORPORATIVOS,
8. GASTOS COM O "BOLSA DITADURA", E CONDENAÇÃO DE TODOS OS COMUNISTAS QUE FORAM AGRACIADOS COM ESTA PENSÃO,
9. NÃO TER TIDO QUEBRA DE SIGILO FISCAL PARA TODOS OS EMPRESÁRIOS QUE FIZERAM NEGOCIATAS COM O PETISMO E QUE FORAM PRESTIGIADOS,
10. NÃO RESSARCIMENTO DOS PROPRIETÁRIOS LESADOS PELO MST,
11. NÃO DEVOLUÇÃO DAS VERBAS PÚBLICAS APLICADAS NAS ONGS FAJUTAS,
12. NÃO DEMISSÃO DE 100% DOS CONTRATADOS PARA CARGOS DE CONFIANÇA (E SEM CONCURSO) DO PETISMO,
13. NÃO INDENIZAÇÃO DOS FUNCIONÁRIOS DA VARIG,
14. NÃO CONDENAÇÃO DOS ASSASSINOS DE CELSO DANIEL E DO TONINHO DO PT,
15. NÃO REVOGAÇÃO DAS DEMARCAÇÕES DAS RESERVAS INDÍGENAS,
16. NÃO CONDENAÇÃO DAS FARCS (COMO FACÇÃO TERRORISTA),
17. NÃO REVOGAÇÃO DOS PROCESSOS DE ESTATIZAÇÃO ILÍCITOS,
18. NÃO PRISÃO DOS MENSALEIROS E COLIGADOS, ABERTURA DE PROCESSO CONTRA MILITANTES EM EXERCÍCIO ILEGAL DE PROFISSÕES E ATIVIDADES PÚBLICAS (MINISTROS, SECRETÁRIOS, ASSESSORES E OUTROS ASPONES),
19. NÃO CADEIA NO PESSOAL DO BNDES E DE POLÍTICOS COLIGADOS,
20. NÃO DEVOLUÇÃO DE 2% DO PIB DE CADA ANO,
21. EXCESSO DE GASTOS PÚBLICOS, SEM RETORNO DE QUALIDADE EM SERVIÇOS E OBRAS,
22. NÃO IMPEDIMENTO DO PRÓPRIO LULA POR TEMERIDADE ADMINISTRATIVA (POR 8 ANOS),
23. NÃO DEVOLUÇÃO DOS GASTOS EXCESSIVOS COM O AEROLULA E SUAS COMITIVAS IMPRESTÁVEIS,
24. NÃO RESSURREIÇÃO DE TODOS OS MORTOS POR EPIDEMIAS, POR ACIDENTES NAS ESTRADAS E POR PRECARIEDADE DOS SERVIÇOS PÚBLICOS DE SAÚDE,
25. NÃO REPOSIÇÃO DE 2.920 DIAS NO CALENDÁRIO DA CIVILIZAÇÃO BRASILEIRA, POR PERDA DE TEMPO, DE RECURSOS E DAS ESPERANÇAS, DEVIDO A "INUTILIDADE GOVERNISTA" REVELADA,
26. NÃO PRENDER OS BANQUEIROS "OPORTUNISTAS DA OPORTUNIDADE", POLÍTICOS E CORRIOLAS COLIGADAS,
27. NÃO LICITAR CORRETAMENTE AS OBRAS DO PAC - SEM AS EMPREITEIRAS MARANHENSES, MINEIRAS, BAHIANAS, PERNAMBUCANAS ...,
28. NÃO BAIXAR OS IMPOSTOS EM 10% EM MÉDIA,
29. TER AUMENTADO OS JUROS E MANTIDO-OS ACIMA DE 7% DURANTE 8 ANOS DE GOVERNO PERDULÁRIO,
30. NÃO TER REFORMADO A EDUCAÇÃO BRASILEIRA SEM OS ACADÊMICOS "MEQUIANOS" SURREAIS,
31.NÃO TER INDENIZADO TODAS AS VÍTIMAS DA VIOLÊNCIA PÚBLICA,
32. NÃO TER COMBATIDO O TRÁFICO DE DROGAS E ASSOCIAR-SE AO ÍNDIO COCALEIRO.
BASTA OUVIR O LULA FALAR E SUA TRUPE FINGIR QUE TRABALHA ...
PELAS NOSSAS CONTAS, ISSO ATINGE QUASE QUE 20% DO PIB DE CADA ANO, DO GOVERNISMO LULISTA, E ASSIM ACHAMOS QUE O MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL IMPUGNE TODOS OS ATOS DO EXECUTIVO DE 2002 A 2010, PELA NOSSA INTRANSIGÊNCIA COM A CORRUPÇÃO, A INDOLÊNCIA E A TEMERIDADE.
E PORQUE NÓS QUE PAGAMOS IMPOSTOS NÃO TOLERAMOS MAIS QUE VAGABUNDOS PETISTAS VENHAM SURFAR NA ONDA ECONÔMICA DO REAL, CRIADO POR FHC ...
FALTA ALGUMA COISA A MAIS? AH, FALTA, CRIAR PRESÍDIO DE "ULTRA SEGURANÇA MÁXIMA", PARA ENJAULAR OS BANDIDOS DO PETISMO E OS FILÓSOFOS DE ALFORRIA POR AÇÃO INTELECTUAL NA DEMOLIÇÃO DA CIVILIZAÇÃO BRASILEIRA (ATENÇÃO: ENJAULAR CERTOS JURISTAS GOVERNISTAS).
ABRAÇOS,
CONTADORES REUNIDOS PARA
PROCESSAREM O LULISMO ...[sic]
33. NÃO TER CORRESPONDIDO AO COMPROMISSO COM OS APOSENTADOS-RGPS
34. NÃO TER ESTIMULADO A INSERÇÃO DO VOTO IMPRESSO JÁ! 2010
ENTRANDO NA ONDA DOS RESSARCIMENTOS POR PERDAS E DANOS ... CONTRA O LULISMO.
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A SOCIEDADE (que paga impostos) JÁ PERDEU O RESPEITO PELO LULISMO E AGORA COMEÇA A SE AGRAVAR A DESCRENÇA NOS PODERES INSTITUÍDOS DA REPÚBLICA.
LULA ESTÁ "DESMONTANDO" O BRASIL OU "TORNEANDO" A NOSSA PACIÊNCIA.
PODERÍAMOS EXIGIR UM "ENCONTRO DE CONTAS", PARA O RESSARCIMENTO DA SOCIEDADE QUE PAGA IMPOSTOS, QUANDO DA PÓS-PRESIDÊNCIA DO LULISMO.
COMO NÃO HOUVE UMA "RECIPROCIDADE PRODUTIVA E RESPONSÁVEL" DO LULISMO, EM RELAÇÃO ÀS NOSSAS REIVINDICAÇÕES - NÓS QUE PAGAMOS IMPOSTOS - EXIGIMOS REPARAÇÕES POR (PELA):
1. FALTA DE CAPACIDADE TÉCNICA,
2. FALTA NOBREZA, ÉTICA E MORALIDADE,
3. NÃO EXPURGO DOS "QUARENTA E TANTOS" LADRÕES DO PT,
4. NÃO INDENIZAÇÃO ÀS FAMÍLIAS DOS MILITARES MORTOS NO REGIME MILITAR,
5. NÃO TER SIDO IMPUGNADA A CANDIDATURA DE DILMA,
6. NÃO TER HAVIDO A PRISÃO E CONDENAÇÃO DE DONA DILMA ESTELA: LADRA, ASSASSINA, TERRORISTA, MENTIROSA, DISSIMULADA E COMUNISTA STALINISTA,
7. NÃO DEVOLUÇÃO DOS GASTOS COM CARTÕES CORPORATIVOS,
8. GASTOS COM O "BOLSA DITADURA", E CONDENAÇÃO DE TODOS OS COMUNISTAS QUE FORAM AGRACIADOS COM ESTA PENSÃO,
9. NÃO TER TIDO QUEBRA DE SIGILO FISCAL PARA TODOS OS EMPRESÁRIOS QUE FIZERAM NEGOCIATAS COM O PETISMO E QUE FORAM PRESTIGIADOS,
10. NÃO RESSARCIMENTO DOS PROPRIETÁRIOS LESADOS PELO MST,
11. NÃO DEVOLUÇÃO DAS VERBAS PÚBLICAS APLICADAS NAS ONGS FAJUTAS,
12. NÃO DEMISSÃO DE 100% DOS CONTRATADOS PARA CARGOS DE CONFIANÇA (E SEM CONCURSO) DO PETISMO,
13. NÃO INDENIZAÇÃO DOS FUNCIONÁRIOS DA VARIG,
14. NÃO CONDENAÇÃO DOS ASSASSINOS DE CELSO DANIEL E DO TONINHO DO PT,
15. NÃO REVOGAÇÃO DAS DEMARCAÇÕES DAS RESERVAS INDÍGENAS,
16. NÃO CONDENAÇÃO DAS FARCS (COMO FACÇÃO TERRORISTA),
17. NÃO REVOGAÇÃO DOS PROCESSOS DE ESTATIZAÇÃO ILÍCITOS,
18. NÃO PRISÃO DOS MENSALEIROS E COLIGADOS, ABERTURA DE PROCESSO CONTRA MILITANTES EM EXERCÍCIO ILEGAL DE PROFISSÕES E ATIVIDADES PÚBLICAS (MINISTROS, SECRETÁRIOS, ASSESSORES E OUTROS ASPONES),
19. NÃO CADEIA NO PESSOAL DO BNDES E DE POLÍTICOS COLIGADOS,
20. NÃO DEVOLUÇÃO DE 2% DO PIB DE CADA ANO,
21. EXCESSO DE GASTOS PÚBLICOS, SEM RETORNO DE QUALIDADE EM SERVIÇOS E OBRAS,
22. NÃO IMPEDIMENTO DO PRÓPRIO LULA POR TEMERIDADE ADMINISTRATIVA (POR 8 ANOS),
23. NÃO DEVOLUÇÃO DOS GASTOS EXCESSIVOS COM O AEROLULA E SUAS COMITIVAS IMPRESTÁVEIS,
24. NÃO RESSURREIÇÃO DE TODOS OS MORTOS POR EPIDEMIAS, POR ACIDENTES NAS ESTRADAS E POR PRECARIEDADE DOS SERVIÇOS PÚBLICOS DE SAÚDE,
25. NÃO REPOSIÇÃO DE 2.920 DIAS NO CALENDÁRIO DA CIVILIZAÇÃO BRASILEIRA, POR PERDA DE TEMPO, DE RECURSOS E DAS ESPERANÇAS, DEVIDO A "INUTILIDADE GOVERNISTA" REVELADA,
26. NÃO PRENDER OS BANQUEIROS "OPORTUNISTAS DA OPORTUNIDADE", POLÍTICOS E CORRIOLAS COLIGADAS,
27. NÃO LICITAR CORRETAMENTE AS OBRAS DO PAC - SEM AS EMPREITEIRAS MARANHENSES, MINEIRAS, BAHIANAS, PERNAMBUCANAS ...,
28. NÃO BAIXAR OS IMPOSTOS EM 10% EM MÉDIA,
29. TER AUMENTADO OS JUROS E MANTIDO-OS ACIMA DE 7% DURANTE 8 ANOS DE GOVERNO PERDULÁRIO,
30. NÃO TER REFORMADO A EDUCAÇÃO BRASILEIRA SEM OS ACADÊMICOS "MEQUIANOS" SURREAIS,
31.NÃO TER INDENIZADO TODAS AS VÍTIMAS DA VIOLÊNCIA PÚBLICA,
32. NÃO TER COMBATIDO O TRÁFICO DE DROGAS E ASSOCIAR-SE AO ÍNDIO COCALEIRO.
BASTA OUVIR O LULA FALAR E SUA TRUPE FINGIR QUE TRABALHA ...
PELAS NOSSAS CONTAS, ISSO ATINGE QUASE QUE 20% DO PIB DE CADA ANO, DO GOVERNISMO LULISTA, E ASSIM ACHAMOS QUE O MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL IMPUGNE TODOS OS ATOS DO EXECUTIVO DE 2002 A 2010, PELA NOSSA INTRANSIGÊNCIA COM A CORRUPÇÃO, A INDOLÊNCIA E A TEMERIDADE.
E PORQUE NÓS QUE PAGAMOS IMPOSTOS NÃO TOLERAMOS MAIS QUE VAGABUNDOS PETISTAS VENHAM SURFAR NA ONDA ECONÔMICA DO REAL, CRIADO POR FHC ...
FALTA ALGUMA COISA A MAIS? AH, FALTA, CRIAR PRESÍDIO DE "ULTRA SEGURANÇA MÁXIMA", PARA ENJAULAR OS BANDIDOS DO PETISMO E OS FILÓSOFOS DE ALFORRIA POR AÇÃO INTELECTUAL NA DEMOLIÇÃO DA CIVILIZAÇÃO BRASILEIRA (ATENÇÃO: ENJAULAR CERTOS JURISTAS GOVERNISTAS).
ABRAÇOS,
CONTADORES REUNIDOS PARA
PROCESSAREM O LULISMO ...[sic]
33. NÃO TER CORRESPONDIDO AO COMPROMISSO COM OS APOSENTADOS-RGPS
34. NÃO TER ESTIMULADO A INSERÇÃO DO VOTO IMPRESSO JÁ! 2010
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