Companhia dos Aposentados

Tribuna dos Aposentados, Pensionistas e Trabalhadores do Brasil

SEGUNDA INDEPENDÊNCIA DA BAHIA


A “Segunda Independência da Bahia” – “Ooô, o PT roubou/ o PT roubou/ o PT rouboooouu-ouuuu”

Os baianos comemoram no dia 2 de julho o que lá se chama “Independência da Bahia” — ou, conforme consta no projeto de lei que instituiu o feriado, a “consolidação da Independência do Brasil no Estado da Bahia”. É uma referência à data de 2 de julho de 1823, quando se trava no estado uma das mais duras batalhas entre as forças portuguesas e os defensores da independência. Afinal, depois do “grito”, as pessoas não foram para casa cuidar das galinhas. Houve confrontos em vários pontos do país, inclusive depois de 1823. Na Bahia, há desfile cívico e festa.
Pois bem. Na terça-feira, aconteceu o que vocês verão abaixo. Um, por assim dizer, “destacamento” do PT decidiu passar pela massa com a sua própria versão do refrão “O campeão voltou” — que se ouviu no Maracanã na final da Copa das Confederações. Vocês sabem, né? Se deixar, o PT aparelha festa de aniversário, de batizado, reunião de condomínio, jogo de dominó…
A massa recusou a cantoria e abafou os petistas com uma outra versão: “Oooo, o PT roubou/ o PT roubou/ o PT rouboooouu-ouuuu”. Vejam.
   

Encerro
A coisa não está fácil para os companheiros. Entrará a data de 2 de julho para a história como a “Segunda Independência da Bahia”?
Por Reinaldo Azevedo
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PARTICIPAÇÃO EM PASSEATA DE PROTESTO

Participei da passeata de protesto em Belém-PA,  representei o brado dos aposentados e pensionistas. Assistam ao vídeo:
Odoaldo



CONGRESSO NACIONAL ENGANA OS TRABALHADORES


MAIS UMA VEZ, PASSARAM A PERNA NOS TRABALHADORES E NOS APOSENTADOS E PENSIONISTAS. SÓ TEMOS UMA SOLUÇÃO: NÃO VOTAR EM NENHUM CANDIDATO DO PT E DOS PARTIDOS QUE APOIAM ESSE GOVERNO TORTURADOR DE IDOSOS.




Senado joga para o fim da fila a troca de aposentadoria

Fernanda Brigatti
do Agora
O Senado praticamente engavetou o projeto que discute se o aposentado do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) que continuou trabalhando pode ter um novo benefício, incluindo no cálculo todas as contribuições pagas.
O plenário aprovou um pedido do senador José Pimentel (PT-CE) para reunir nove projetos que tratam de mudanças nas regras das aposentadorias do INSS.
São oito propostas que estavam em andamento no Senado, e uma iniciada na Câmara.
Uma delas, apresentada pelo senador Paulo Paim (PT-RS), está há quase dez anos em andamento.
O projeto 464 foi apresentado em novembro de 2003 e pretende ampliar os direitos do aposentado que continuou na atividade, como a concessão de benefícios por acidente de trabalho e a possibilidade de converter a aposentadoria comum em uma por invalidez relacionada a acidente de trabalho.
  • Leia esta reportagem completa na edição impressa do Agora nesta sexta, 5 de julho, nas bancas
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CONGRESSO CANCELA 1.478 VETOS PRESIDENCIAIS E DISCUTE QUAIS SERÃO VOTADOS

Pelo visto, o veto de Lula ao reajuste do salário mínimo de 2006, foi anulado. É sempre assim, só sobra para os aposentados e pensionistas.

Amigos aposentados e pensionistas, vamos para as ruas e para a frente do Congresso Nacional e do Palácio do Planalto, reclamar veementemente os nossos direitos.

Congresso cancela 1.478 vetos presidenciais e discute quais serão votados

 

Cristiane Jungblut,Isabel Braga - O Globo

BRASÍLIA — Como presidente do Congresso, o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), cancelou a validade de 1.478 vetos presidenciais, de um total de 3.172 vetos que estão pendentes de votação no Legislativo. Renan e os líderes partidários definiram que na próxima quarta-feira escolherão uma lista de vetos que serão analisados. O Palácio do Planalto já está preocupado com a chamada "lista-bomba" de vetos, que incluiria fim do fator previdenciário e vetos de questões tributárias, do Código Florestal e da Lei dos Portos, por exemplos. Cada partido quer ter o direito de escolher, pelo menos, dois vetos a serem votados. Mas alguns partidos querem uma lista bem maior.

Os líderes aliados e da oposição avisaram dentro do encontro que farão obstrução nas sessões do Congresso, enquanto não for definida a votação dos 1.694 vetos remanescentes. Os parlamentares ameaçam não votar a Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2014 (LDO), que está para na Comissão Mista de Orçamento (CMO). Sem aprovar a LDO, o Congresso não pode entrar em recesso no próximo dia 17 de julho.

O próprio Renan já anunciou que vai incluir um veto que trata dos taxistas. A presidente Dilma Rousseff vetou dispositivo que permitia repassar a licença do taxista a familiares. Derrubar este veto é um dos pleitos dos taxistas nas manifestações de rua.

— Um total de 1.478 vetos serão declarados prejudicados. (Sobre os vetos-bomba), na próxima quarta vamos ter reunião com os líderes e elegeremos um critério de apreciação dos vetos remanescentes. Defendo que tenhamos um critério para a conclusão rapidamente do processo legislativo — disse Renan, acrescentando:

— Eu vou defender o veto dos taxistas, porque a permissão é a única do serviço público que não tem valor econômico: quando morre, não pode passar adiante e acontece o mercado paralelo e isso precisa ser corrigido na legislação.

Na reunião com Renan, ficou acertado que o Senado também aprovará a resolução já aprovada na Câmara que prevê o trancamento da pauta do Congresso depois de passados de 30 dias da leitura do veto encaminhado ao Congresso.

O líder do PTB na Câmara, deputado Jovair Arantes (GO), disse que os partidos querem incluir mais do que dois vetos.

— Dois vetos não dá — disse Jovair Arantes.

O líder do governo na Câmara, Arlindo Chinaglia (PT-SP) manifestou preocupação com a alternativa colocada por líderes de oposição e mesmo da base aliada, na reunião desta quarta-feira, de permitir que cada líder escolha dois ou três vetos para a votados. Segundo ele, o ideal seria estabelecer regras mais estáveis, por exemplo, a ordem cronológica, para que todos soubessem em que momento vai ser votado um veto polêmico.

— Foi a primeira reunião para a sistematização dos vetos e houve quem defendesse os líderes apresentarem dois ou três vetos para a votação. Pode parecer democrático, mas o melhor são regras mais estáveis.Se for definir por reivindicação, a regra não é clara, não garante a estabilidade. O veto vai entrar e é preciso saber em que hora ele vai entrar — disse Chinaglia.

O líder do DEM, Ronaldo Caiado (GO) reclamou da falta de definição sobre os critérios de votação dos vetos. O projeto que trata da definição tem como relator o senador Jorge Vianna (PT-AC), que ainda não apresentou o relatório.

— O que nos frustrou é que há decisão que resgatou a prerrogativa do Legislativo de apreciar vetos e ainda há impasses criados para estabelecer as regras. Vamos ver como o relatório do senador Vianna avança — disse Caiado.

— Vou propor que não votemos nada, inclusive a LDO, até resolvermos a questão dos vetos — acrescentou o líder do PPS, Rubens Bueno.

Nos bastidores, o governo batizou a lista do Congresso ainda em elaboração em lista-bomba.

Entre os 1.478 vetos cancelados estão vetos que tratam de salário mínimo, de 2006, e muitos de 2009, sobre vetos feitos em leis orçamentárias.



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