DIA NACIONAL DO CERRADO
DO AGRISSENIOR
DIA NACIONAL DO CERRADO
Paulo Chiacchio
Engenheiro Agrônomo
Em 2003, foi definido pelo Ministério do Meio
Ambiente e Mudança do Clima (MMA), 11 de
setembro, cada ano, para celebrar o Dia
Nacional do Cerrado, berço das águas,
segundo maior bioma da América do Sul, rico
em diversidade biológica e cultural, mesmo
sendo menos exuberante que os biomas
Amazônia e Mata Atlântica, significa proteger
a natureza.
A data escolhida, 12 de setembro,
anualmente, para o Dia Nacional do Cerrado,
rende justa homenagem ao grande
ambientalista Ary José de Oliveira, defensor
dos direitos humanos e do meio ambiente,
divulgou a cultura do Cerrado em forma de
arte mambembe.
O Cerrado ocupa uma área total de 2.036.448
quilômetros quadrados. No Brasil a área
ocupada pelo bioma correspondente a mais
de 23,9% do território brasileiro, abrangendo
os estados de Goiás, Tocantins, Mato Grosso,
Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Bahia,
Maranhão, Piauí, Rondônia, Paraná, São
Paulo e Distrito Federal, além dos encraves
no Amapá, Roraima e Amazonas.
As características geográficas do Cerrado,
reveladas pela sua riqueza potencial em
diversidade biológica (fauna e flora), em água,
em atração turística, exige do poder público e
da população o cumprimento das disposições
estabelecidas nos artigos 23, 24 e 225,
Constituição Federal de 1988.
Por definição, bioma é um ambiente com
características de clima, solo, flora e fauna
inter-relacionados. O Cerrado possui vários
ambientes com diferentes fisionomias
vegetais ou fitofisionomias em mosaico, sob a
influência do solo, clima e topografia, desde
formas campestres, savânicas e florestais, a
saber:
Cerradão: a vegetação é bem densa,
constituída por árvores altas e arbustos.
Cerrado Verdadeiro: a vegetação é mais
baixa e densaa, facilitando a penetração dos raios
solares.
Campo Sujo: a vegetação é composta
de ervas e arbustos, impedindo o descortinar
da paisagem.
Campo Limpo: a vegetação com
poucos arbustos sem impedimento de
descortinar a paisagem.
Vereda, uma paisagem que se forma
na beira dos rios do Cerrado.
Campo Rupestre: fica no alto das
serras e chapadas com a paisagem ampla e
bonita.
Segundo o MMA foram catalogadas mais de
11,6 mil espécies de plantas nativas,
geralmente com tronco grosso e tortuoso no
Cerrado. Essas espécies apresentam certas
características de sobrevivência, a exemplo,
capacidade para rebrotar o sistema radicular
depois dos incêndios; acumular reservas,
caules suberificados, estômatos na face
inferior das folhas, cutícula espessa para
reduzir a perda de água por transpiração e
pilosidades para evitar que os animais se
alimente de suas partes (herbivoria),
A fauna é composta de mais de 2.500
espécies, das quais, 199 espécies de
mamíferos com 19 endêmicas; 837 de aves,
29 endêmicas; 1,2 mil de peixes; 185 de
répteis, 24 endêmicas; 150 de anfíbios, 45
endêmicas e 14.425 de espécies de
invertebrados. Dessa população animal, 20%
das espécies são endêmicas do bioma e 130
estão ameaçadas de extinção.
A hidrografia do Cerrado em águas doces,
subterrâneas é responsável pelo
abastecimento das bacias hidrográficas do
Amazonas, São Francisco, Prata e
Tocantins/Araguaia, de fundamental
importância para o abastecimento humano, na
geração de energia e na produção agrícola. A
propósito, o Cerrado aloja a segunda maior
reserva doce do mundo, o aquífero Guarani,
estendendo-se por 800 mil km2,
correspondente a 70% da área total do
aquífero de 1,2 milhão de km2, em toda sul-
américa.
A rica hidrografia do Cerrado forma uma
paisagem constituída por cachoeiras,
cascatas, cânions, lagos, rios e riachos, é
uma grande atração turística, atraindo
visitantes do Brasil e do mundo, com reflexos
positivos para a economia, gerando empregos
e renda.
O Cerado possui dois tipos de solos: latossolo
(solo ácido com coloração avermelhada e
pobre em nutrientes) e solo podzólico ou
argiloso (solo com cloração mais escura em
tons avermelhados, suscetível a processos
erosivos, ambos pobres em nutrientes,
necessitando de calagem para correção da
acidez. E clima tropical sazonal com duas
estações bem definidas com e sem chuvas.
Reconhecer a importância do bioma Cerrado
com cerca de dois bilhões de quilômetros de
extensão, solos com estrutura e textura que
facilitam a infiltração da água de chuva,
permitindo o abastecimento dos aquíferos e
nascentes, é inquestionável seu papel para o
equilíbrio ecológico.
Em contraste, segundo Instituto Brasileiro do
Meio Ambiente e dos Recursos Renováveis
(Ibama), é muito grande o desmatamento no
Cerrado brasileiro com uma redução da área
vegetada da ordem de 48,4%, superior em
relação aos demais biomas brasileiros, sob
pena de desaparecimento dos recursos
florestais dentro de 40 a 50 anos.
Enfim, o bioma Cerrado precisa ser
reconhecido como Patrimônio Nacional com a
finalidade de ser mais valorizado, conservado,
preservado e respeitado. A comemoração do
Dia Nacional do Cerrado é uma grande
oportunidade para divulgar e conscientizar a
população sobre a importância, ambiental,
econômica e social do Cerrado, contribuindo
com 5% da biodiversidade mundial e 30% da
biodiversidade brasileira.
Desde 2019, tramita no Senado o PL
5462/2019, em análise na Comissão de
Desenvolvimento Regional e Turismo (CDR)
que cria a política de desenvolvimento
sustentável do cerrado brasileiro
INDIGNADO, GIRÃO REVELA NOVO ABSURDO EM VOTAÇÃO DO STF: "FOMOS NOVAMENTE AGREDIDOS E VILIPENDIADOS"
POLÍTICA
Indignado, Girão revela novo absurdo em votação do STF: "Fomos novamente agredidos e vilipendiados"
09/09/2023 às 06:30
LER NA ÁREA DO ASSINANTE
Foto: Agência Senado
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O senador Eduardo Girão (Novo-CE) manifestou seu repúdio ao julgamento do Supremo Tribunal Federal (STF), em que ministros formaram maioria a favor da contribuição assistencial para os sindicatos.
Segundo ele, trata-se do retorno da cobrança obrigatória da contribuição sindical, fixada em até 1% do rendimento anual do trabalhador.
"Queria manifestar o meu repúdio, a minha indignação como cidadão brasileiro por mais uma usurpação, uma interferência direta do STF no Poder do qual fazemos parte, que é o Parlamento Brasileiro, o Poder Legislativo.
Fomos novamente, de uma certa forma, agredidos, vilipendiados em nossas prerrogativas, em nossas competências constitucionais no Congresso Nacional", enfatizou.
Lembrou que o antigo imposto sindical foi derrubado pelo Congresso Nacional, em 2017 "por aqueles que foram eleitos pelo povo para legislar; quando houve a reforma trabalhista, no governo Temer, os congressistas, 81 Senadores, 513 Deputados Federais, fizeram o seu trabalho e disseram "não" ao imposto sindical obrigatório".
"A cobrança da contribuição vai favorecer os sindicatos que, na linguagem popular, são identificados como pelegos, ou seja, o aparelhamento de uma verdadeira casta meramente burocrática e sem nenhuma legitimidade perante os trabalhadores.
Antes da reforma trabalhista de 2017, os sindicatos, federações, confederações e centrais chegaram a faturar R$ 3 bilhões por ano.
Esse montante caiu de forma voluntária, com os trabalhadores que quisessem contribuir, para R$ 65,6 milhões em 2021 e para R$ 53,6 milhões em 2022.
Ainda é muito dinheiro envolvido. Para que tornar obrigatório? A quem interessa tornar isso obrigatório?", questionou.
Girão explicou que quando foi criada, em 1940, "ou seja, há mais de 80 anos, era muito justa e até compreensível porque o Brasil iniciava seu processo de industrialização e não existia praticamente nenhum tipo de organização sindical para defender os interesses dos trabalhadores".
Mas, segundo ele, deixou de fazer sentido agora, tratando-se de um verdadeiro "retrocesso".
Na avaliação dele, essa decisão do STF está alinhada com a vontade do governo federal. Ele destacou que um trabalhador com salário de R$ 3 mil mensais era obrigado a pagar R$100 por ano com o antigo imposto sindical e agora será obrigado a pagar R$ 300.
DIA NACIONAL DA AMAZÔNIA
DO AGRISSENIOR NOTÍCIAS
DIA NACIONAL DA AMAZÔNIA
Paulo Chiacchio
Engenheiro Agrônomo
A data comemorativa, anualmente, 05 de
setembro para o Dia Nacional da Amazônia,
maior bioma mundial com floretas tropical
com quase sete milhões de quilômetros
quadrados, 5,5 milhões km2 com florestas,
estendendo-se em nove países da América
do Sul: Bolívia, Brasil, Colômbia, Equador,
Guiana Francesa, Paraguai, Peru, Suriname e
Venezuela, 60% no território brasileiro, destes
26% é protegido, ignorado por muitos essa
proteção.
Amazônia legal corresponde à porção
brasileira do bioma, estendendo-se por nove
estados: Pará, Amazonas, Roraima, Amapá,
Rondônia, Acre e parte do Maranhão, Mato
Grosso e Tocantins.
A data foi instituída pela Lei nº 11.621, de 19
de dezembro de 2007. Rende homenagem à
criação da Província do Amazonas, por D.
Pedro II, com a proclamação da Lei nº 582, de
05 de setembro de 1850.
Cabe ressaltar que O Dia Mundial da
Amazônia foi instituído com a finalidade de
chamar a atenção do homem sobre a
importância do bioma para o bem-estar da
população mundial, especialmente pelo que
representa a sua incomparável biodiversidade
ou diversidade biológica.
Segundo a Convenção sobre a Diversidade
Biológica, trata-se da ““a variabilidade de
organismos vivos de todas as origens,
compreendendo, dentre outros, os
ecossistemas terrestres, marinhos e outros
ecossistemas aquáticos e os complexos
ecológicos de que fazem parte;
compreendendo ainda a diversidade dentro
de espécies, entre espécies e de diferentes
ecossistemas”.
Com outras palavras, a biodiversidade refere-
se à variedade das espécies, da genética de
cada ser vivo, dos diversos ecossistemas
onde mantêm suas inter-relações harmônicas
ou antagonistas, ou seja, as diversas formas
de vida do planeta.
O bioma Amazônia é lar (habitat), para cerca
de 40 mil espécies de plantas, 400 espécies
de mamíferos, milhões de diferentes insetos,
grande riqueza mineral, de matérias-primas
para a medicina, a alimentação e outras
atividades industriais, comerciais.
De um modo geral, a destruição ou redução
da diversidade biológica é consequência das
atividades humanas ou antrópicas, a exemplo:
destruição de habitats com o desmatamento,
uso excessivo dos recursos naturais, reflexo
da industrialização, introdução de espécies
exóticas, contaminação da água, do ar e do
solo, reflexo da mineração clandestina.
Por ironia do destino, segundo o ditado
popular, da mesma forma que o homem
destrói, é obrigado a defender o ouso
sustentável dos recursos naturais, criando
unidades de conservação de proteção integral
ou de uso sustentável, conforme o caso,
também, exercendo a fiscalização para evitar
a degradação da natureza. A degradação do
bioma Amazônia também reflete no aumento
de CO2 na atmosfera, gás do efeito estufa
(GEE), e sobre o equilíbrio climático.
O famoso fenômeno, conhecido por “Rios
voadores da Amazônia”, espécie de curso
d’água invisível, transportado pelas correntes
aéreas, a águas que transporta, transforma-se
em chuva. Parte dela cai na própria floresta
amazônica e parte é transportada, tornando-
se um recurso valiosíssimo.
Enfim, os ciclos hidrográficos da Amazônia,
são responsáveis por regular o clima nas
demais regiões do Brasil, com desdobramento
para o resto do mundo com reciclagem de
boa parte do carbono, influenciando a
manutenção da biodiversidade no mundo. A
bacia hidrográfica amazônica é a maior do
mundo.
A riqueza da Amazônia possibilita o
desenvolvimento sustentável, permitindo a
conservação dos recursos, por conseguinte o
meio ambiente com melhoria para qualidade
de vida e bem-estar das populações ribeirinha
e indígena, além da riqueza cultural e
humana.
O MMA com a Portaria nº 414, de 31 de
agosto de 2021 que institui o Floresta +
Bioeconomia, no âmbito da Portaria MMA nº
288, de 02 de julho de 2020, conforme os
artigos 1º, 2º e incisos da primeira,
reconhecendo o pagamento por serviços
ambientais a contribuição direta às atividades
de manejo sustentável como ferramenta de
proteção florestal.
Nos dias que antecedem a Cúpula da
Amazônia, a ser realizada entre 8 e 9 de
agosto de 2023, em Belém, Pará, haverá uma
série de seminários, debates, exposições e
manifestações culturais com a finalidade de
formular novas estratégias para o a
conservação do bioma denominados Diálogos
amazônicos
Amazônicos.
A título de informação, seguem algumas
curiosidades marcantes sobre a Amazônia:
A vitória-régia (Victoria amazônica),
planta símbolo da Amazônia e uma das
maiores plantas aquáticas com folhas com até
mais de dois metros de diâmetro flores de até
33 cm.
A vazão do rio Amazonas, em média, é
da ordem de 175 milhões de litros de água
por segundo.
O besouro Titanus giganteus com 22
cm de envergadura, maior coleóptero do
mundo pode ser encontrado na Amazônia.
As comunidades tradicionais, os povos
originários (indígenas), desempenham
importante papel na preservação e
conservação do bioma amazônico
NA CPI DAS ONGs, RESPEITADO PROFESSOR UNIVERSITÁRIO DÁ A DECLARAÇÃO MAIS CHOCANTE SOBRE A AMAZÔNIA DOS ÚLTIMOS ANOS
DO JORNAL DA CIDADE ONLINE
POLÍTICA
Na CPI das ONGs, respeitado professor universitário dá a declaração mais chocante sobre a Amazônia dos últimos anos
08/09/2023 às 11:00
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Foto: Agência Senado
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A CPI das ONGs ouviu o professor da Universidade Federal de Alagoas Luiz Carlos Molion sobre a influência da Amazônia para o regime de chuvas e para o clima na América do Sul e no planeta.
Segundo ele, na “hipótese absurda de se desmatar toda a Amazônia, o que levaria cerca de 600 anos na taxa atual, o clima global não seria afetado".
O professor disse que a fonte de umidade para regiões fora da Amazônia não é a floresta, e sim o Oceano Atlântico tropical.
Molion contestou artigo publicado pelo Vaticano em que a Amazônia é apontada como responsável pela distribuição das chuvas no continente. De acordo com ele, não há base científica para tal afirmação.
"Não vem umidade nenhuma da Amazônia, porque, se fosse ela a fonte de umidade, ela secaria e se transformaria num deserto ao longo dos milhares de anos. Quer dizer, isso é a prova por absurdo de que ela está perfeitamente em equilíbrio e, portanto, a umidade vem do Oceano Atlântico", disse o professor, que é PhD em meteorologia com pós-doutorado em hidrologia de florestas.
Em sua apresentação, ele buscou demonstrar que fenômenos meteorológicos, como o El Niño, são os principais causadores das variações climáticas intensas, como as fortes secas no Nordeste e no Sudeste do Brasil, e que vêm ocorrendo historicamente.
Para Molion, o problema do desmatamento na Amazônia já foi mais grave no passado. Segundo ele, dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) indicam que em 1995 foram desmatados 30 mil quilômetros quadrados em um ano. Outros 25 mil teriam sido perdidos entre 2003 e 2004. Atualmente, o desmatamento está em torno de 10 mil quilômetros quadrados e seria impossível, afirmou o professor, chegar a um ponto sem volta na destruição da floresta.
"O bioma amazônico tem 5,5 milhões de quilômetros quadrados [de floresta]. Então, dividam 5,5 milhões por 9 mil e vocês vão ver que desmatar a Amazônia sem permitir crescimento de volta é impossível, levaria 600 anos. Então é impossível isso e nós sabemos que a floresta se recupera rapidamente. Quantos trechos da Transamazônica que não estavam sendo usados foram tomados pela floresta de volta?"
Molion também classificou o mercado de carbono como "uma solução para um problema que não existe" e disse que a mídia não destaca com a mesma intensidade o desmatamento em países como Canadá, Rússia e Noruega.
O presidente da CPI das ONGs, senador Plínio Valério (PSDB-AM), elogiou a palestra do convidado na audiência pública e condenou o que chamou de "hipocrisia com relação ao Brasil".
"Se isso aqui fosse um palco, eu diria que o senhor deu um show. Mas isso aqui é uma CPI do Senado Federal, então o senhor acaba de dar uma aula. Uma aula a todos nós e aos brasileiros que assistem, principalmente se contrapondo a esta hipocrisia global que existe em relação ao clima", afirmou o parlamentar, que no início da audiência fez breve relatório da diligência da CPI a São Gabriel da Cachoeira, no Amazonas.
O relator da CPI, Marcio Bittar (União-AC), afirmou que, por meio das ONGs, países como a Inglaterra e os Estados Unidos fazem uma nova forma de dominação e colonização político-econômica, controlando financiamentos e pressionando países a criar e ampliar reservas ambientais. Bittar disse que as ONGs financiadas por esses países não passam por eleição nem por fiscalização dos tribunais de contas e do Ministério Público.
"Quantos mitos foram criados? A Amazônia ia se desertificar. Esqueceram disso. Depois, a Amazônia era o pulmão do mundo. Esqueceram disso. Agora, a Amazônia produz chuva. Se nós mexermos na Amazônia, vai faltar chuva no Nordeste. Vai até o mito de que a água pode acabar", disse Bittar, autor do requerimento para a audiência.
Para o senador Mauro Carvalho Junior (União-MT), as ONGs escondem interesses comerciais por trás de narrativas sobre a preocupação ambiental.
"É muito triste a gente ver esses interesses se sobrepondo realmente, com narrativas que não são verdadeiras, interferindo na vida de todo cidadão brasileiro, de todo cidadão que habita este planeta."
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