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IMPEACHMENT OU MANDATOS FIXOS PARA MINISTROS? SENADORES QUEREM DEBATER LIMITES PARA STF

DO GAZETA DO POVO Podcast 15 Minutos Impeachment ou mandatos fixos para ministros? Senadores querem debater limites para STF Spotify Google Podcasts Apple Podcasts Deezer Por Gazeta do Povo 14/09/2023 16:26 13 - Episódio do podcast 15 Minutos fala sobre as tentativas de senadores de colocar em debate temas como impeachment e fixação de mandatos para ministros do STF *) Voltou a ganhar fôlego nos últimos dias no Senado um projeto de lei do ex-senador Lasier Martins (Podemos-RS) que descentraliza o poder de decisão sobre o processamento do impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Procurador-Geral da República por crimes de responsabilidade. A tentativa de facilitar o processo de impeachment de ministros do STF no Senado não é uma novidade. O tema vai e volta com frequência nos últimos anos. Ao mesmo tempo, outra proposta tenta avançar na Casa. O senador Plínio Valério (PSDB-AM), que é um crítico do ativismo judicial, é coautor de uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC 16/19) que modifica o processo de escolha dos ministros do STF e fixa mandato de 8 anos para os escolhidos. É sobre isso que nós falamos neste episódio do podcast 15 Minutos. O convidado é o Silvio Ribas, da equipe de República da Gazeta do Povo em Brasilia. Ele acompanha de perto este assunto. *** O podcast 15 minutos é um espaço para discussão de assuntos importantes, sempre com análise e a participação da equipe de jornalistas da Gazeta do Povo. De segunda a sexta, de forma leve e dinâmica, com a duração que cabe na correria do seu dia. Apresentação é do jornalista Márcio Miranda. Leia mais em: https://www.gazetadopovo.com.br/republica/impeachment-ministros-stf-mandatos-fixos-senado/?ref=mais-na-gazeta Copyright © 2023, Gazeta do Povo. Todos os direitos reservados.

VENDA DE OVOS AO EXTERIOR TEM ALTA DE 381% EM 2023

DO JNORNAL DO AGRO PECUÁRIA Venda de ovos ao exterior tem alta de 381% em 2023 Valdecir Cremon Por Valdecir Cremon 14/09/2023 às 12:19 Pecuária (CRÉDITO: CNA) (CRÉDITO: CNA) COMPARTILHE Compartilhar no Whatsapp Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no Messenger As vendas externas de ovos produzidos no Brasil totalizaram 2,148 mil toneladas em agosto, segundo dados divulgados nesta quarta-feira (13) pela ABPA (Associação Brasileira de Proteína Animal). O volume é 381,6% superior ao total embarcado no mesmo período de 2022. Em receita, a alta chega a 241,3%, com US$ 5,114 milhões, contra US$ 1,499 milhão, na mesma comparação. De janeiro a agosto, as exportações somaram 21,1 mil toneladas - 178,5% maior - e a receita acumulada chegou a US$ 52,380 milhões, resultado 222% maior que o registrado no mesmo período de 2022. O principal destino de ovos do Brasil é o Japão, que importou 9,212 mil toneladas entre janeiro e agosto, número 1.164% maior que o volume embarcado no mesmo período do ano anterior. Taiwan e Chile também são grandes importadores.

COM PREÇOS RECUANDO, CHINA SEGUE COMO PRINCIPAL DESTINO DA CARNE BOVINA BRASILEIRA

DO JORNAL DO AGRO PECUÁRIA Com preços recuando, China segue como principal destino da carne bovina brasileira Jornal do Agro Online Por Jornal do Agro Online 14/09/2023 às 16:21 Pecuária (CRÉDITO: AGÊNCIA FPA) (CRÉDITO: AGÊNCIA FPA) COMPARTILHE Compartilhar no Whatsapp Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no Messenger A China segue sendo destino de pouco mais da metade de todo volume de carne bovina escoado pelo Brasil em 2023, segundo levantamento do Cepea, o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada da USP. A entidade alerta, entretanto, para o fato dos preços pagos pelos chineses pela carne nacional vêm recuando com certa força nos últimos meses – em agosto, o preço pago pelo país asiático foi o menor desde novembro de 2021. Segundo pesquisadores do Cepea, esse contexto reforçou o movimento de queda nos valores internos da arroba bovina, que, por sua vez, já vinham sendo influenciado pela maior oferta de animais para abate. Considerando-se as médias mensais, a queda do Indicador do boi gordo CEPEA/B3 é de 27,54% no acumulado da parcial deste ano (de dezembro/22 a parcial de setembro/23), em termos reais (os valores médios foram deflacionados pelo IGP-DI). Ressalta-se, contudo, que, neste início de setembro, houve certa diminuição na oferta de boi gordo em diversas regiões pesquisadas pelo Cepea, contexto que fez com que os preços da arroba reagissem em muitas praças. Nota da Redação: É importante ressaltar que a queda da demanda chinesa pela carne bovina brasileira, em relação ao ano passado, é forte influenciador para a redução dos preços. Com maior oferta, os pecuaristas não tem outra alternativa, senão escoar a produção a preços mais baixos tanto no mercado externo quanto no interno. Não são contabilizados prejuízos, mas o certo é que os lucros caem e isso pode influenciar negativamente na manutenção de empregos no setor.

FINALMENTE, PACHECO ENCARA DE FRENTE O STF E CONTRARIA FRONTALMENTE TENDÊNCIA DE JULGAMENTO

DO JORNAL DA CIDADE ONLINE POLÍTICA Finalmente, Pacheco encara de frente o STF e contraria frontalmente tendência de julgamento 14/09/2023 às 16:48 LER NA ÁREA DO ASSINANTE Foto reprodução Foto reprodução Compartilhar no Facebook Compartilhar no Whatsapp Compartilhar no Twitter Compartilhar no Messenger Compartilhar no Telegram Compartilhar no Gettr O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), parece que está tentando se redimir... Nesta quinta-feira (14), ele anunciou uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) para criminalizar o porte e posse de substância ilícita em qualquer quantidade. Essa PEC contraria a tendência de um julgamento do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre o porte de maconha. O texto da PEC deve ser apresentado até amanhã (15), em busca das assinaturas de pelo menos um terço dos senadores. A proposta incluirá um novo inciso no artigo 5º da Constituição. Além disso, segundo Pacheco, a questão também será objeto de uma revisão da Lei Antidrogas, de 2006, com o objetivo de modernizá-la e reafirmar a gravidade do crime de tráfico ilícito de entorpecentes, equiparado a crime hediondo. Para Pacheco, é necessário abordar tanto a repressão ao tráfico quanto a descriminalização do porte para uso, seja de maconha ou qualquer outra droga, por meio de uma política pública discutida no Congresso. “Câmara dos Deputados e Senado Federal, nós definimos as leis no país, e obviamente que esse é um poder que deve ser reconhecido por todos os demais Poderes e por todas as demais instituições. E em relação a esse tema das drogas, especialmente da maconha, que é objeto de uma discussão no âmbito do Supremo Tribunal Federal, já somos capazes de colher o que é o anseio senão da unanimidade, mas da maioria do Senado Federal, e imagino ser também da Câmara dos Deputados em relação a isso“, disse Pacheco.