Companhia dos Aposentados

Tribuna dos Aposentados, Pensionistas e Trabalhadores do Brasil

AO G20, BOLSONARO DESTACA AVANÇO DA VACINAÇÃO CONTRA COVID-19 NO BRASIL

DIÁRIO DO PODER PELA PRIMEIRA VEZ Ao G20, Bolsonaro destaca avanço da vacinação contra covid-19 no Brasil Ele disse que, no total, o país já aplicou mais de 260 milhões de doses, das quais mais de 140 milhões foram produzidas em território nacional 30/10/2021 13:11 | Atualizado 30/10/2021 13:11 ACESSIBILIDADE: Reunião da cúpula do G20, na Itália. Foto: Reuters/Reprodução Redação Em seu primeiro discurso na Cúpula do G20, o presidente Jair Bolsonaro destacou, neste sábado, 30, o avanço da vacinação brasileira contra a covid-19. O evento reúne o grupo formado pelas 20 maiores economias do mundo, em Roma, na Itália. “No Brasil, mais da metade da população nacional já estão plenamente imunizados de forma voluntária. Mais de 94% da população adulta já receberam pelo menos uma dose da vacina. Ao todo, aplicamos mais de 260 milhões de doses, das quais mais de 140 milhões foram produzidas em território nacional”, afirmou Bolsonaro. Na avaliação do presidente, os esforços do G20 deveriam focar no combate à pandemia de covid-19. “Entendemos, portanto, caber ao G20 esforços adicionais pela produção de vacinas, medicamentos e tratamentos nos países em desenvolvimento”, acrescentou. Bolsonaro afirmou ainda que, além da vacinação, o governo brasileiro trabalha uma agenda econômica para minimizar os efeitos da pandemia no país e, assim, assegurar a retomada do crescimento econômico. Relacionados Consumo de sal nas Américas é três vezes maior que recomendado por OMS Cúpula do G20 começa hoje com discussões sobre saúde e clima Governo pede ao Congresso crédito suplementar de R$ 3 bilhões Alcolumbre pode renunciar para não ser cassado, após rachadinha milionária Novo secretário descarta Plano B para Auxílio Brasil de R$ 400 “O Brasil se comprometeu com um programa extensivo e eficiente de vacinação, em paralelo a uma agenda de auxílio emergencial e preservação do emprego para a proteção dos mais vulneráveis. Estamos igualmente comprometidos com uma agenda de reformas estruturantes, essenciais para uma retomada econômica sustentada. Já conseguimos atrair um volume superior a US$ 110 bilhões em investimentos nos setores de infraestrutura e temos a expectativa de alcançar valores ainda superiores até 2022”. O presidente ressaltou a importância de um “comércio internacional livre de medidas distorcidas e discriminatórias”. A defesa de respostas robustas para a recuperação econômica no pós-pandemia e um comércio internacional com menos barreiras tarifárias será uma das principais bandeiras do Brasil no encontro, lembrando que o comércio e os investimentos internacionais são instrumentos poderosos para a promoção do desenvolvimento sustentável. “Gradualmente, nossas economias recuperam-se à medida em que a crise sanitária é superada. Esses dois processos de recuperação caminham lado a lado. Ambos têm mostrado a relevância de promovermos um comércio internacional livre de medidas distorcidas e discriminatórias”, argumentou. (ABr)

NÃO ESTÁ NA HORA CERTA DE BOTAR NOS TRILHOS AS APOSENTADORIAS?

Não está na hora certa de botar nos trilhos as aposentadorias? Caixa de entrada almir papalardo 25 de out. de 2021 21:31 (há 13 horas) NÃO ESTÁ NA HORA CERTA DE BOTAR NOS TRILHOS AS APOSENTADORIAS?... O Congresso de uma nação com 594 parlamentares, Tem obrigação dar ao país leis certas e elementares. Coloca-lo no auge dos países fortes e de 1º mundo! Temos Leis erradas em processos de efeito profundo. Temos também leis corretas que nos deram satisfações. Os senadores e deputados com inteligência as criaram. Apresentaram uma boa legislação em tudo que fizeram. Na ora de levarem nota dez perderam-na por más ações. Botaram tudo a perder pela perseguição aos aposentados! Adotaram dois índices de aumento para idosos segurados! Se ganham além do piso recebem proventos adulterados! São castigados com valores de benefícios desacreditados! Se recebem ganhos entre Piso e Teto não são respeitados! Padecem já em 23 anos com os seus reajustes controlados! = F I M =

MÉDIA DE MORTES NO BRASIL É MENOR QUE EUA E RÚSSIA

DIÁRIO DO PODER Cláudio Humberto PODER, POLÍTICA E BASTIDORES Com Tiago Vasconcelos e André Brito COLUNA CH/24 DE OUTUBRO Média de mortes no Brasil é menor que EUA e Rússia 24/10/2021 0:00 | Atualizado 22/10/2021 22:21 ACESSIBILIDADE: Em números proporcionais, países também com vacinação avançada como Turquia, México e até Reino Unido passaram a registrar mais mortes que o Brasil. Foto: Maurício Bazílio- André Brito O Brasil continua dando mostras que pode ser um dos primeiros a deixar a pandemia para trás. A redução das mortes em decorrência do êxito do Plano Nacional de Imunização (PNI) nos levou a registrar menos mortes que Estados Unidos e Rússia, que tem menor população. Em números proporcionais, países também com vacinação avançada como Turquia, México e até Reino Unido passaram a registrar mais mortes que o Brasil. Mortes em baixa Segundo o Financial Times, os EUA tiveram média de 1.500 mortes por dia nos últimos sete dias e a Rússia 990, enquanto o Brasil teve 368. Quatro vezes mais Proporcionalmente, a Rússia tem a pior média do grupo com 6,9 mortes por milhão de habitantes. No mesmo período, o Brasil teve, média de 1,7. Caso emblemático Reino Unido, que têm 67% da população imunizada e registra 2 mortes por milhão de habitantes. No México, a média é de 2,3 e na Turquia 2,4. 330 mil mortos Aplaudido pela imprensa americana, brasileira e internacional, o governo Joe Biden completou nove meses com média de 1.192 mortes por dia.

GOVERNO NÃO INTERFERIRÁ EM PREÇOS DE COMBUSTÍVEIS

DIÁRIO DO PODER SEM INTERVENÇÃO Bolsonaro: governo não interferirá em preços de combustíveis Governo discute futuro da Petrobras e não descarta privatização da estatal que detém o monopólio do setor no Brasil 24/10/2021 13:34 | Atualizado 24/10/2021 13:34 ACESSIBILIDADE: Presidente Jair Bolsonaro. Foto: Alan Santos/PR Governo discute futuro da Petrobras e não descarta privatização da estatal que detém o monopólio do setor no Brasil. Foto: Alan Santos/PR Redação Na véspera de um novo reajuste do preço dos combustíveis, o presidente da República, Jair Bolsonaro, garantiu, hoje (24), que o governo federal não vai interferir na execução da atual política de preços da Petrobras e de nenhum outro setor. Bolsonaro, no entanto, confirmou que tem conversado com o ministro da Economia, Paulo Guedes, sobre o futuro da empresa energética, não descartando, inclusive, a opção de privatização – hipótese que admitiu ser “complicada.” “Alguns querem que a gente interfira no preço, mas não vamos interferir no preço de nada. Isto já foi feito no passado e não deu certo”, disse o presidente ao admitir que não tem poderes para influenciar na definição de negócios e de preços da companhia. Petrobras Relacionados Prédio desaba em Nilópolis deixando um morto e três feridos Estudo aponta redução de atendimentos de saúde mental na pandemia Brasil registrou 11.716 novos casos e 318 mortes neste sábado Brasil vai receber 36,2 milhões de vacinas da Janssen até dezembro Criada em 1953, como empresa estatal responsável por garantir o monopólio da produção petrolífera nacional, a Petrobras se tornou uma sociedade de economia mista em 1997. Desde então, embora o Estado continue sendo o principal acionista, ela deve seguir regras de mercado, assegurando os interesses dos demais acionistas. “Não tenho poderes para interferir na Petrobras. Tenho conversado com o Paulo Guedes sobre o que propormos fazer com ela para o futuro. É um monopólio, a legislação a deixa praticamente independente. Eu indico o presidente [da empresa], e nada mais que isto”, comentou Bolsonaro, que, esta manhã, visitou o Parque de Exposições da Granja do Torto, em Brasília, na companhia do ministro da Economia, Paulo Guedes. “E privatizá-la não é colocar na prateleira e tudo bem. É complicada a situação. Eu teria privatizado muito mais coisas se não tivesse essa burocracia toda”, acrescentou. Ao falar com a imprensa e com apoiadores, o presidente reconheceu o impacto dos sucessivos aumentos dos combustíveis na inflação brasileira, mas assinalou que o preço dos combustíveis vem subindo em praticamente todos os países.”Infelizmente, pelo preço do petróleo lá fora e o comportamento do dólar aqui dentro, teremos um novo reajuste do preço dos combustíveis a partir de amanhã [25]. Prevendo isto, nós discutimos bastante um auxílio aos caminhoneiros. Sabemos que é pouco, R$ 400 mensais, mas estamos fazendo isto no limite da responsabilidade fiscal”, comentou, a respeito da proposta federal de conceder uma ajuda financeira temporária a cerca de 750 mil caminhoneiros de todo o país, em função da alta do preço do diesel. Impostos Bolsonaro também voltou a criticar a fórmula usada para calcular o valor do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) cobrado pelos estados. “Estamos buscando uma forma de minorar este problema. Tanto que, há três meses, entrei com um processo no Supremo [Tribunal Federal], que ainda não se manifestou. Não é justo o ICMS incidir em cima dos próprios impostos federais, da margem de lucro, bem como no frete […] É uma forma de calcular que não é equivocada, é injusta”, disse Bolsonaro, reafirmando que, desde janeiro de 2019, o governo federal mantém os impostos federais congelados. “O que não acontece com o ICMS [cobrado pelos estados]. Toda vez que há algum reajuste no preço dos combustíveis é muito grande, os governadores ganham ainda mais [com o imposto]. Lamento a demora do STF em decidir esta questão”, concluiu o presidente. (ABr)