Companhia dos Aposentados

Tribuna dos Aposentados, Pensionistas e Trabalhadores do Brasil

PARA RECUPERAR DEFORMADAS APOSENTADORIAS

PARA RECUPERAR DEFORMADAS APOSENTADORIAS Como conseguir o milagre para a elas reabilitar? Considera-las como única e jamais a descartar. Um só final para o trabalhador, sem extrapolar! Considerar um corretivo SÓ para o SM estipular! Porque em duas décadas a correção do Piso foi maior? Enquanto para o Teto, nestas duas décadas foi menor? Porque parecendo correto era na verdade um desamor! Um tira visão que na realidade existiu como um torpor! Tudo brecando velhos trabalhadores; veja NOSSO SENHOR! Agora para avivar velhas aposentadorias só mesmo milagre! Aposentadorias, foram desmanteladas por cabeças de bagre! Hoje, para conseguir reabilitações, que apareçam muitos Paim! Para conseguir mais políticos deste naipe não é tão fácil assim! Contestado, Paim manteve nossos projetos com sucesso enfim! ALMIR PAPALARDO.

BOLSA FAMÍLIA, RETROCESSO SOCIAL.

BOLSA FAMÍLIA, RETROCESSO SOCIAL. Luiz Ferreira da Silva, 87 luizferreira1937@gmail.com Luiz Gonzaga em vozes da seca, chamava a atenção: - “uma esmola, seu dotô, a um homem que é são, ou lhe mata de vergonha ou vicia o cidadão”. O outro Luiz, também nordestino, parece que fez ouvidos moucos ou na sua ganância por votos, de poder desmedido, ao oficializar um monte de benesses aos pobres, com o mote do combate à fome e levá-los a novos degraus socioeconômicos. E aí tome bolsas de tudo que é jeito e maneira, viciando um bando de desocupados que estão se tornando parias remunerados, estimulando-os a viverem na vagabundagem. Do dinheiro que recebem dos nossos bolsos, retiram uma boa parte para fazer uma fezinha nos “BETS”, em torno de R&3 bi que, certamente, vão fazer falta à sua mesa. Adicionalmente, há informações vindas do meio rural que a turma se senta embaixo de uma sombra, para jogar baralha e dominó, enquanto as lavouras carecem de mão de obra. Veja pois o tiro no pé do governo. Desvia o nosso dinheiro “one way”, cria uma fatia significativa de preguiçosos que jamais darão retorno, tolhendo o desenvolvimento do país pelo dinheiro jogado fora, num país carente de bons serviços. Nenhum país se tornou desenvolvido- primeiro mundo – com essa estratégia política, que só beneficia à essa classe, do presidente ao vereador, significando um crescimento à moda rabo de cavalo, que cresce para baixo. Agora, nas eleições 2024, a máquina de dinheiro foi acionada com muitas promessas de novos afagos, incluindo ônibus de graça, bolsas estaduais etc., um chamamento ao voto de cabresto. Tem que se criar um programa para os pobres? É justo, mas não para dar tudo de graça, mas os ensinando a pescar, ao invés de dar o peixe. Quando na década de 40, frequentei o Grupo Escolar Inácio de Carvalho, na Cidade de Coruripe, AL, tínhamos aulas no período da manhã, retornando para casa às 12 horas para almoçar. Os alunos levavam seu próprio lanche das 10 horas, geralmente uma fruta da época colhida no quintal. Também uma quartinha para tomar água fresca. Pela tarde, às 15 horas, o retorno para os trabalhos manuais. As meninas com seus bastidores para aprender bordar e costurar; e os meninos com serras em arco para se iniciar na arte da marcenaria ou alfaiataria. Todos imbuídos da necessidade de sair da escuridão do analfabetismo e estimulados pelos pais que visualizavam uma vida melhor para os seus filhos, bem diferente da sua trajetória sacrificada. Não queriam isso para eles. Hoje, não há esse sentimento doméstico em casa, e se precisa atrair as crianças para a escola, com pratos de comida e incentivos estipendiários aos pais. Mas estamos num mundo em desando, melhor do que viver nas ruas, mercê dos atrativos das drogas. Então, dever-se-ia acabar com os “bombons” políticos viciantes e investir em serviços nas áreas pobres, como saneamento, melhorias habitacionais, saúde e educação sanitária. Adicionalmente, a implantação de centros comunitários, eivados de ensino em tempo integral para as crianças; treinamento profissional para os adultos e agência de colocação da mão de obra qualificada nas empresas. Assim, todos ganham e o país mais ainda, diferentemente das famigeradas bolsas que é um verdadeiro “revertero”, e todos perdem. (Maceió, Al, 04.10.2024)

A MÃE NATUREZA NOS ENSINANDO O CAMINHO DO BEM

A MÃE NATUREZA NOS ENSINANDO O CAMINHO DO BEM. Luiz Ferreira da Silva, 87 Manoel Malheiros Tourinho, 84 (Floresta amazônica, fonte de ensinamentos) O título do artigo que faz o conteúdo desse capítulo, é o mesmo de um livro do primeiro autor desse capítulo, editado e lançado em 2018. A obra que agora os autores revivem, foi fruto de mais de 50 anos de estudo e pesquisa do primeiro autor, sobre os solos tropicais como força interativa de alto valor ambiental. Nos trópicos, os solos se formam rápido como também se intemperizam, condicionando a vida na sua superfície, tanto a vida humana como a não- humana. Os humanos, apesar de Sapiens, não entendem ou não querem entender a sabedoria da natureza. Não querem saber, por exemplo, que os solos trabalham e se perpetuam sob a “lei do mínimo” e a natureza vive em ampla solidariedade ecológica. Uma entidade divina, bastante espiritualizada, que favorece os grandes avanços da ciência na via dos conhecimentos integrados. É a mãe natureza dando régua e compasso para gerenciar o mundo, sem destrui-lo, seguindo o lema USAR SEM DEPREDAR. Há na natureza diversos trabalhos comunitários, um tipo de solidariedade natural, uma perfeita harmonia Natura-Naturans, como menciona Francisco I, em diversas Cartas Apostólicas que clama aos cristãos o amor a Terra. “A Terra geme a dor do parto”. As ‘praças biológicas” de micro- organismos, que o se desconhece para o bem e manutenção da sociedade humana ecossistêmica, são destruídas completamente nas obras mega capitalistas como a exploração mineral, a construção de hidroelétricas, a expansão urbana com o aterro de zonas florísticas alagadas, entre outros. A Natureza só nos ensina os caminhos do bem. Então vamos lá. Ela vai nos ensinar sem cobrar taxas de inscrição, mensalidades ou outros tipos de taxas de acumulação. Então, vamos lá: Primeiro, coloquemos uma mochila nas costas e visitemos a floresta amazônica lá para as bandas do Xingu. Sem drones e mapas com imagens. Paremos numa bela castanheira e, numa linguagem “fito telepática”, escutemos o que ela tem a nos ensinar. - Sua copa apara as águas, amortecendo a força energética, evitando erodir o solo. - As bromélias que se agarram ao seu frondoso caule, formam um meio de cultura para diversos micro-organismos que vão trabalhar em funções especificas. - As parceiras, ao seu redor, árvores do mesmo tope, outras mais baixas até chegar aos extratos inferiores, formam uma comunidade de irmãos, vivendo em comensalismo, ajudando-se para a preservação de todos, sobretudo cuidando do solo e da água. - O sistema amplo de raízes finas a grandes pivotantes se interagem com as bactérias, fungos, nematoides e animais, remexendo o solo e o enriquecendo de nutrientes. Neste contexto a minhoca funciona como um arado, mas sem destruir a capa orgânica, ou seja, como os arados da mecânica humana. - A água se amolda ao terreno suprindo as necessidades das plantas, dos animais e recarregando o lençol freático. - De repente, surge o uirapuru com seu canto melodioso para encantar as fêmeas, como se fosse um buquê de flores à sua amada. Não tem o sentimento nocivo do “dar ou desce”. - Um carapanã zune e lhe rouba um pouco de sangue, sem qualquer infecção, pois faz parte do sistema de auto sustentabilidade. - No oco de uma andiroba, um enxame de abelhas, no seu projeto de polinização, contribuindo para a perpetuação das espécies, em parceria com os belos beija flores que não se cantam de imitar os helicópteros. Esta resumida descrição fito ecológica já ensina ao Homem sobre solidariedade, trabalhar em mão dupla, preservar-se e aos seus, não destruir a o seu meio e caminhar de mãos dadas no mesmo passo. Daquele ambiente salutar, continue andar até chegar ao mar. Arreie o matulão e se sente nas areias brancas de quartzo e sinta a brisa do mar salitrado. Receba a energia do trabalho das ondas e o espumar da limpeza dos sargaços. Lá, além os arrecifes com vida, através do plâncton, provendo as espécies marinhas, observe as gaivotas se refestelando. Tudo isso, são ensinamentos de humildade, trabalho diuturno e compromisso. Nessa viagem, em todos os nichos visitados, um outro ensinamento capital, a capacidade de mudar. De repente, muda o seu meio e as espécies vão se selecionando naturalmente, adaptando-se, como é o caso da castanhola, árvore ornamental, que vicejava nos baixios úmidos e teve que migrar para as áreas secas, quando aqueles se inundaram. Diferentemente, o Homem tem medo da morte, do futuro e da mudança, incapaz de enfrentar, recorrendo aos psicólogos ou ao colo da mamãe. Entretanto, não é ela quem vai lhe dar guarida, mas a Mãe Natureza que pode lhe fazer o bem, desde que aprenda os seus ensinamentos e se enturme no seu grupo, espelhando-se ao mesmo tempo no macaco jupará ou no urubu que, sem irem à escola, plantam, respectivamente, cacau e dendê e vivem felizes e faceiros. Quem é o irracional? Como se depreende o ser humano tem negligenciado os ensinamentos da Natureza. Então o humano é o irracional? Os fundamentalistas bíblicos dizem não; os ecologistas ou os que vivem ecologiando a natureza, dizem sim. É provável que existam tantos “gostos” possíveis a responder essa pergunta. Um encaminhamento dialético é que natureza e cultura são opostas, porém, da mesma moeda plasmada na trilogia: Criatura-Natureza-Criação. Tudo está interligado. Não existe uma separação clara entre natureza e cultura. Mas o que vale a pena proteger ou mudar porque constitui uma ameaça ou um transtorno? Entretanto, assim que a mente passa explorar ideias mais abrangentes, até culturalmente construídas foram da ambiência, os cenários- razões naturais e culturais, podem mudar de figura, conteúdos e formas. Os autores, com experiencias vivenciais no assunto, afirmam que as endogenias proporcionam os melhores meios de tratar com a natureza e escrever com esta um novo contrato natural, respaldado em novas formas de manejá-la, construídas em ontologias de raiz, ainda que venham ser evolutivas. A floresta amazônica, para cumprir a sua função termostática do clima, deveria permanecer tão intacta e inalterada quanto possível. Maneja-la com “regras de quintal”, porque permitem regras de uso da terra mais maleáveis. Isso não aconteceu. E hoje se clama pela agricultura ombrófila; a Amazônia pedindo, clamando pela sombra, ao invés da agricultura a “céu aberto” a qualquer custo de insumos de elevados preços financeiros e ambientais. Até o cacau, atividade agro econômica emblemática da agro-fruticultura-florestal, está sendo forçado a mudar o manejo a favor da “desambientaçao” da atividade. Se vê, pois, que o extrativismo, ainda que tenha escrito uma história econômica saudável para a região, foi jogado no desterro e substituído por cultivos e cultivares, de alhures, sem nenhuma adesão a cultura e ao território. Melhor seria a “tecnificação” do Homem Original, visando tornar a terra mais produtiva, porém sem destruí-la, possibilitando uma convivência com as árvores extratoras e os cultivos adaptados ao ambiente e fundamentais à sua sobrevivência e felicidade grupal. (01/10/2024)

X (EX-TWITTER) VOLTOU NO BRASIL. OU QUASE ISSO, ENTENDA A POLÊMICA

TECHaoMINUTO X (ex-Twitter) voltou no Brasil. Ou quase isso. Entenda a polêmica O acesso está sendo possível por wi-fi, em celulares, em algumas cidades do país, incluindo São Paulo e Belo Horizonte X (ex-Twitter) voltou no Brasil. Ou quase isso. Entenda a polêmica © Getty Images Notícias ao Minuto Brasil 18/09/24 10:38 ‧ Há 7 Horas por Folhapress Tech X-JUSTIÇA (FOLHAPRESS) - Bloqueado no Brasil desde o início de setembro, o X (antigo Twitter) voltou a funcionar na manhã desta quarta-feira (18) para alguns usuários. O acesso está sendo possível por wi-fi, em celulares, em algumas cidades do país, incluindo São Paulo e Belo Horizonte. Procurado pela reportagem, o STF (Supremo Tribunal Federal) afirma que está checando a informação sobre o acesso ao X por parte de alguns usuários. "Aparentemente é apenas uma instabilidade no bloqueio de algumas redes", diz . A rede social do bilionário Elon Musk foi derrubada de forma "imediata, completa e integral" por determinação do ministro Alexandre de Moraes, do STF, do dia 30 de agosto. O bloqueio ocorreu depois de a plataforma desobedecer decisões judiciais de forma recorrente, como perfis e postagens com ataques considerados criminosos a delegados da Polícia Federal (PF). Quem consegue acessar a rede relata certa lentidão para atualizar o aplicativo e "engasgos" para subir imagens. Apesar disso, o retorno do X já é o assunto mais comentado da rede social e rende memes. A volta do aplicativo foi condicionada ao cumprimento de ordens judiciais proferidas pelo ministro relacionadas à ferramenta, ao pagamento das multas pagas e à indicação, em juízo, de pessoa física ou jurídica como representante do X em território nacional. Além da investida contra a operação do X no Brasil, Moraes também decidiu bloquear as contas da empresa Starlink, que também de Musk. A medida seria uma forma de cobrar multas aplicadas contra o X. A decisão, sob sigilo, alegou que as duas empresas fazem parte do mesmo grupo econômico. O bloqueio das contas foi decidido por Moraes no último dia 18 -um dia após Musk decidir fechar o escritório do X no Brasil. Um total de R$ 18,35 milhões de reais de contas bancárias do X e da Starlink foram bloqueados e, posteriormente, transferidos para a conta da União. Segundo o STF, o X tinha cerca de R$ 7,3 milhões em suas contas e a Starlink tinha R$ 11 milhões. Após a transferência, Moraes desbloqueou as contas bancárias e os ativos financeiros das empresas do bilionário no Brasil. Apesar do pagamento, não havia garantia do retorno da rede social, já que outras ordens, como a de um representante legal no Brasil, ainda não foram cumpridas. No Supremo, tramitam duas ações contra a decisão de Moraes que suspendeu o X e determinou multa a a quem usar subterfúgios tecnológicos para a continuidade das comunicações pela plataforma, como o VPN. Elas ficaram sob a responsabilidade do ministro Kassio Nunes Marques -ele pediu que a PGR e a AGU (Advocacia-Geral da União) se manifestassem sobre o tema. As ações são ADPFs (Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental), tipo de processo que questiona se houve desrespeito à Constituição. A decisão de Moraes foi validada pela Primeira Turma do Supremo, com cinco integrantes, e não foi levada ao plenário, composta pelos 11 ministros. Gonet afirmou que a decisão da Primeira Turma "corresponde a decisão do Supremo Tribunal sobre o assunto". Leia Também: Elon Musk cede e vai contratar funcionários de segurança para o X