Companhia dos Aposentados

Tribuna dos Aposentados, Pensionistas e Trabalhadores do Brasil

JUIZ SÉRGIO MORO APARECE NA 13ª COLOCAÇÃO DO RANKING .........



  • Meu Comentário: Quanto mais tentam depreciar o Juiz Sérgio Moro, tolhendo-lhe o direito de investigar quem dilapida à nação, ficam reduzidos à insignificância e com "caras de tacho", ao tomarem conhecimento de feitos como este que engrandece os brasileiros, levando o Brasil a conquistar o respeito e a admiração do mundo!  PARABÉNS, SÉRGIO MORO! Os cães ladram e a caravana passa...
  •   Almir Papalardo.

O juiz federal Sérgio Moro aparece na 13ª colocação do ranking de "maiores líderes do mundo", elaborado pela revista norte-americana "Fortune" e divulgado nesta quinta-feira (24).
"Ele é o protagonista da versão brasileira e real de 'Os Intocáveis'", descreve a publicação, referindo-se ao filme dirigido por Brian De Palma, de 1987.
A lista tem 50 nomes e é liderada por Jeff Bezos, fundador da Amazon. Moro é o único brasileiro a figurar na relação. O juiz de Curitiba está logo à frente do vocalista da banda irlandesa U2, Bono.
Na edição de 2015, Tim Cook, CEO da Apple, ocupava o primeiro lugar --desta vez ele é o quinto. A presidente Dilma Rousseff esteve nas listas de 2013 e 2014, em 2º e 4º lugar, respectivamente. Pela mesma "Fortune", em 2015, foi eleita a 7ª mulher mais poderosa do mundo.
Sérgio Moro é quem coordena em primeira instância a Operação Lava Jato, que investiga desvio de dinheiro na Petrobras.
Na última terça-feira (22), a força-tarefa deflagrou sua 26ª fase (Xepa), que teve como alvo principal a empreiteira Odebrecht. A ação foi realizada em 8 Estados (São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Piauí, Pernambuco e Minas Gerais) e no Distrito Federal.

Veja os cinco primeiros do ranking

1 - Jeff Bezos, fundador da Amazon
2 - Angela Merkel, chanceler (premiê) alemã
3 - Aung San Suu Kyi, vencedora do Nobel da Paz
4 - Papa Francisco
5 - Tim Cook, CEO da Apple
13 – Sérgio Moro, juiz federal brasileiro

CARTA ABERTA A LULA, DE UMA EX-COMISSÁRIA DA VARIG


CARTA-ABERTA A LULA, DE UMA EX-COMISSÁRIA DA VARIG

Angel Nunes
Lula, a sua prisão nunca trará de volta os sonhos que perdi, os anos que envelheci, as lágrimas que chorei, as noites que não dormi, a casa que não comprei, o conforto que não usufruí, a paz que me deixou, a preocupação, a ansiedade, a depressão, por medo do mês seguinte, as doenças somáticas que adquiri, a suspensão de todo e qualquer lazer e tudo que não pude dar aos meus filhos.
Quando você não pagou à Varig, a quantia bilionária que devia, quando você bateu a porta do BNDES na nossa cara, nos negando crédito, enquanto financiava o metrô de Caracas, quando você não nos recebeu ou nos ouviu, quando você não se importou ou se interessou pelo destinos das milhares de famílias dos funcionários. quando todos os setores do governo e da imprensa caçoavam de nós, dizendo que éramos maus gestores e estávamos pagando o preço, sem que dessem a saber que havia uma dívida ganha na justiça que até hoje não foi paga, você quis nos quebrar para se locupletar. Tinha poder e conseguiu!
A sociedade nunca saberá a realidade dos fatos nem a desgraça que foi para as nossas vidas te ter como presidente. Foi e é, pois sua pupila reza na mesma cartilha. Você passará vergonha, mas não passará necessidade como nós passamos. Você terá seu orgulho quebrado, mas não se atirará do décimo andar ou dará um tiro na cabeça como alguns de nós que se suicidaram. Você será desprezado, mas nunca sentirá o desespero de ter um poder monumental, o poder de um governo, te massacrando, te tirando o pão da boca e da boca de seus filhos.
Em memória a todos que partiram em aflição e em honra daqueles que continuam cambaleantes, batendo com o braço fraco mas persistente, mas portas do intrincado judiciário brasileiro, onde teus seguidores recorrem protelatoriamente sem nos pagar, para que morramos um por um sem receber nossos direitos trabalhistas e previdenciários.
Pois bem, de 2006 pra cá, 1200 de nós já morreu, mas 8800 continuam lutando. Somos teimosos e orgulhosos da nossa história, de nossas honradas profissões, e do patrimônio histórico que representaremos sempre na aviação brasileira.
Não seremos ressarcidos nunca. Somos pessoas de bem. Não nos dá prazer o seu mal. Tudo que queríamos era um homem bom e justo como presidente. Tudo poderia ter sido diferente para nós.
Tudo poderia ser diferente para você. Mas, a escolha foi sua. Que a justiça seja feita! Ainda que parcial.



Aos leitores deste blog,

Quero pedir as minhas desculpas pela ausência das nossas publicações. O motivo foi que o meu computador deu pane e ficou dias no conserto, e como deu para recuperar considerando que o conserto seria quase o preço de um novo, eu adquiri um novo e demorou para ser implantado todos os programas.

Felizmente, já estou de posse e operando com o mesmo.

A todos vocês, os meus cumprimentos.

Odoaldo Passos

COLUNA DO APOSENTADO CLXXXVIII



COLUNA  DO  APOSENTADO  CLXXXVIII
                                                                                                               laurobotelho.mg@gmail.com

DIÁLOGO  ENTRE  DOIS  APOSENTADOS

Você é a favor do impeachment da presidenta Dilma? Você acredita em sua saída?

Sou a favor do impeachment. Acredito que se ela não renunciar, ela sofrerá impeachment. Ela errou muito e desrespeitou as nossas leis. Está na hora de passar o país a limpo. Apoiamos integralmente o Juiz Sergio Moro, o Ministério Público e a Polícia federal para acabar com a corrupção. Não podemos nos esquecer do Supremo Tribunal Federal que está sempre agindo com seriedade e justiça.

REFORMA DA PREVIDÊNCIA  E  CPMF: NÃO PODEMOS CONCORDAR.
Ocorrendo o impeachment da presidenta Dilma, o vice-presidente Michel Temer assumirá o país. Acreditamos que duas situações poderão fazer parte de sua administração: a Reforma da Previdência  e a CPMF, o que será um desastre administrativo e popular, se aprovados.

Não podemos conceber uma Reforma da Previdência sabendo que suas causas principais de rombo em suas contas públicas são relativas à Aposentadoria Rural (isso é Assistência Social) e governamental.

A  CPMF  é uma cobrança maldita de imposto que o povo não aceita mais.
Se os economistas que assumirem o Governo em sua área econômica não souberem sobreviver sem essas duas frentes, o Governo pode procurar outros ministros mais inteligentes, mais competentes e menos comprometidos com os grupos financeiros poderosos e mais solidários com o povo.

Sabemos que qualquer economista inteligente e esperto sabe que existem soluções mais viáveis que as duas citadas acima e com melhores resultados. Entretanto, essas novas ideias vão contra poderes e esses economistas badalados pela imprensa falada e escrita estão muito envolvidos com o alto poder e ficam procurando artimanhas para excluir as ideias mais realistas e menos onerosas para o povo.

COBAP

A COBAP – Confederação Brasileira de Aposentados e Pensionistas ainda não se definiu quanto ao impeachment da presidenta Dilma.

Assinou o termo contra a corrupção, o que é bom. Mas nunca elogiou o Juiz Sérgio Moro. Eu ainda não vi nada relacionado em seu site.

FRASES  QUE NÃO DEVEM  SER DITAS.

  § Temos uma Suprema Corte totalmente acovardada, um Supremo Tribunal de Justiça acovardado, um Parlamento acovardado.

  §  Temos um presidente da Câmara fodido, um presidente do Senado fodido.

  §  Esse cara, Janot, se fosse formal, não seria Procurador Geral da república. Teria tomado no cu.

Foram frases ditas pelo ex-presidente Lula. Ele deveria pedir desculpas para todo o povo brasileiro e para os ofendidos.

Que Jesus continue nos abençoando.
                                                                                                                                             01/04/2016

O poder da desaposentação na economia nacional

O poder da desaposentação na economia nacional
O Brasil passa por um difícil momento político e econômico. O Planalto e a Câmara dos Deputados, representados por Dilma Rousseff e Eduardo Cunha, passam por um período conturbado. A distrito disso, “jogado para escanteio” o Brasil se desmancha com ameaça de mais desemprego, recessão e fuga de investimentos.

Essa briga política é uma catástrofe para o futuro dos brasileiros, causando vários desequilíbrios econômicos. Um dos principais encontra-se na Previdência Social que, de acordo com estimativa do Tribunal de Contas da União (TCU), deve encerrar o ano com déficit de R$ 124 bilhões, números estes desmentidos pela Associação Nacional dos Auditores Ficais da Receita Federal (ANFIP).

Qualquer investigação técnica mais profunda vai demonstrar o oposto, pois, o sistema apresenta superávit. O crescimento econômico registrado nos últimos dez anos trouxe a redução da informalidade e o aumento do número de empregos formais, o que alavancou a arrecadação previdenciária.

A Previdência Social não tem problemas. Na verdade, ela pode ser tida como um grande ponto de soluções. Tanto é que quando o governo quer injetar renda na economia, basta usar o sistema de proteção social.

O gasto com a seguridade social tornou-se impulsionador da demanda agregada ao ativar diretamente o consumo das famílias. Por ser uma renda que atende a uma população com elevada propensão a consumir, o valor provisionado pelos esquemas de proteção social para pessoas doentes, desempregadas, acidentadas do trabalho, idosos, aposentados e pessoas de baixa renda, invariavelmente, será gasta de forma integral.

Essa renda é transformada em aquisição de medicamentos, alimentos, vestuário e outros bens de primeira necessidade que dinamizam a economia.

Além do gasto com seguridade social, há a necessidade de ampliação da infraestrutura social, nas áreas de saúde e de assistência social. O Estado intervém em construção de prédios, compra de equipamento e de insumos de trabalho e, simultaneamente, na contratação direta de mão de obra para operar nesses setores. 
Trata-se, portanto, do gasto social influenciando também pelo lado da oferta, num mercado onde o principal agente produtor é o Estado.

Tudo isso converge para a inclusão produtiva da população. Assim, a política social pode se tornar um elemento importante para o aumento da produtividade do trabalho, fator decisivo para a melhoria da renda do trabalho e para o crescimento econômico.

Nesse processo de ativação da economia, passa também as discussões da reforma previdenciária. E, nesse sentido, a idade e o valor das aposentadorias estão longe de ser os únicos determinantes da carga previdenciária, como parece ser o entendimento das propostas existentes para assegurar a sustentabilidade de longo prazo do sistema.

Há alternativas que podem ser utilizadas para qualquer dado nível de aposentadoria média. Quanto maior o crescimento da renda por pessoa, quanto maior a taxa de emprego e de produtividade, mais leve será a carga das aposentadorias.

Esta construção é fundamental para desmistificar o falso alarde feito sobre o possível rombo que a desaposentação causaria. Ao contrário, ela pode e deve ser a solução imediata para impulsionar a economia.
O aposentado que, após a concessão da sua aposentadoria, continua ou retorna ao mercado de trabalho é contribuinte obrigatório da Previdência. Segundo dados da Advocacia-Geral da União (AGU), esse grupo é formado por cerca de 700 mil aposentados. No entanto, até o momento, não fazem jus à majoração do seu benefício em decorrência das novas contribuições.

Para reconhecimento desse direito, milhares de aposentados aguardam decisão do Supremo tribunal Federal (STF). Também há uma Emenda Aditiva à Medida Provisória 676/215, incluindo a possibilidade de majoração do benefício para quem trabalhou após aposentado, no aguardo de sanção da Presidente da República.
O reconhecimento da desaposentação fomentará a economia. Aumentará a renda e consumo dos aposentados e, num ciclo virtuoso, a produtividade do trabalho e a geração de novos empregos, permitindo não só a expansão das receitas previdenciárias, como também, por efeitos indiretos, o aumento da capacidade contributiva por meio das receitas incidentes sobre patamares mais elevados da renda do trabalho e lucros.

A produtividade é uma variável-chave na equação do sistema previdenciário. Quatro são as explicações. Primeiro, porque o consumo mais elevado, que decorre do crescimento do número de inativos – e nesses estão incluídos os beneficiados com a desaposentação -, precisa ser compensado com o aumento da produção dos trabalhadores ativos.

Segundo, porque o sistema previdenciário está apoiado em receitas oriundas da massa salarial, dos lucros e do faturamento e, sendo assim, o crescimento da produtividade é essencial para o aumento da base de incidência desses tributos.

A terceira explicação resulta dos postos de trabalho do setor industrial que, por serem de mais elevada produtividade, formalizados e de remuneração mais alta, funcionam como farol para o resto da economia.

Salários mais altos e maior estabilidade do emprego reforçam o fundo previdenciário e aumentam a cobertura. E, por fim, a elevação da produtividade média é decisiva numa conjuntura como a brasileira, de recuperação do poder de compra do salário mínimo e aumento do salário médio, para que não se agrave o conflito distributivo entre lucros e salários e não resulte em elevação dos preços.

A queda da margem de lucros, por sua vez, cria pressão por correção de preços, premência pela redução dos custos do trabalho, insistência pelo aumento da jornada de trabalho e apelos por reformas trabalhistas e previdenciárias que reduzam direitos sociais.

Por todos esses fatores, é claro observar o poder da desaposentação em alavancar a economia e contribuir ativamente para os cofres da Previdência Social. O Brasil precisa caminhar a passos largos para frente, deixar de aplicar políticas restritivas e implementar, cada vez mais, a inclusão social, diminuindo o número de desempregos e do trabalho informal. Está aí um dos caminhos de superação da crise pela qual passa hoje o país.

*Murilo Aith é sócio do escritório Aith, Badari e Luchin Sociedade de Advogados