Companhia dos Aposentados

Tribuna dos Aposentados, Pensionistas e Trabalhadores do Brasil

GUERRA NA UCRÂNIA - O QUE É O SWIFT, COMO FUNCIONA, E COMO VAI SER USADO COMO SANÇÃO CONTRA A RÚSSIA

GAZETA DO POVO Mundo Guerra na Ucrânia O que é o Swift, como funciona, e como vai ser usado como sanção contra a Rússia PorVandré Kramer e EFE 27/02/2022 18:19 Atualizado em 27/02/2022 às 20:52 44 Swift Swift está sediada em um subúrbio de Bruxelas, na Bélgica| Foto: EFE Ouça este conteúdo O alto representante para as relações exteriores da União Europeia, Josep Borrell, anunciou neste domingo que bancos russos vão ser desligados do Swift – Serviço de Telecomunicações Financeiras Interbancárias -, um sistema de comunicação que viabiliza o pagamento e a transferência de recursos entre empresas de diferentes países. "Chegamos a um acordo para retirar certos bancos russos do Swift e impor medidas restritivas que paralisarão os ativos do Banco Central da Rússia." Um dos temores de países como Alemanha, França e Itália é de que o país euroasiático corte o fornecimento de gás natural e de petróleo para a região. Uma ameaça desse tipo foi feita pelo vice-presidente da Casa Alta do Parlamento Russo, Nikolai Zhuralev. No final de janeiro, ele disse à agência de notícias russa TASS que, se a Rússia fosse desconectada do Swift, o país não receberia moeda estrangeira, mas os compradores estrangeiros - europeus em primeiro lugar - não receberiam petróleo, gás, metais e outros importantes componentes. Enquanto o bloqueio de transações com o Banco Central Russo entrará em vigor no momento em que a medida for publicada no Diário Oficial da UE, a exclusão de entidades russas do Swift ainda exige mais um procedimento legal. O sistema foi criado em 1973 e está baseado na Bélgica. Ele interliga 11 mil bancos e instituições financeiras em mais de 200 países. É uma propriedade conjunta de mais de 2 mil instituições. É fiscalizado pelo Banco Nacional da Bélgica (o BC belga) em parceria com outros importantes bancos centrais. O objetivo da medida, de acordo com a BBC, é o de fazer que empresas russas percam acesso ao fluxo normal e instantâneo de transações fornecidas pelo Swift. Pagamentos pelo fornecimento de energia e produtos agrícolas poderão ser afetados. Um artigo escrito por Maria Shagina, do Finnish Institute of International Affairs, no ano passado, aponta que o corte representaria o fim das transações internacionais para a Rússia, traria volatilidade cambial e uma saída maciça de capital." Precedente em 2012 Há um precedente em relação à retirada de países do sistema Swift. Em 17 de março de 2012, todos os bancos iranianos identificados como instituições que violavam as sanções estabelecidas pela União Europeia foram retirados do sistema. Entre eles estavam o Saderat Bank of Iran, Bank Mellat, Post Bank of Iran and Sepah Bank. O país perdeu quase metade de suas receitas de exportação do petróleo e 30% do comércio exterior, segundo Shagina. A Rússia já foi ameaçada em ser excluída do Swift em 2014, quando ocorreu a invasão da Crimeia. Na ocasião, o país disse que a medida seria equivalente a uma declaração de guerra. Swift não é único, mas é o sistema mais relevante O Swift não é o único sistema internacional de pagamentos, mas é o mais relevante. No ano passado, o volume médio diário de transações processadas por intermédio foi de 42 milhões, um crescimento de 11,2% em relação ao ano anterior. Já neste ano, até 2 de fevereiro, foram 961 milhões de mensagens financeiras. Isto representa uma alta de 10,72% em comparação a 2021. Segundo a BBC, cerca de 1% das transferências envolvem pagamentos russos. Outros sistemas são mais restritos. Há o CIPS, patrocinado pela China e que envolve operações financeiras com moeda chinesa em bancos chineses; o SFMS, da Índia e o SPFS, da Rússia. O sistema russo tem mais de 400 instituições financeiras vinculadas. No final de 2020, segundo a agência russa de notícias TASS estavam conectados 23 bancos estrangeiros de países como Armênia, Belarus, Alemanha, Cazaquistão, Quirguistão e Suíça. Shagina estima que 20% das transações domésticas russas utilizam o SPFS, mas as transações são limitadas e as operações são restringidas a dias uteis. Leia mais em: https://www.gazetadopovo.com.br/mundo/swift-sistema-usado-sancoes-russia/?ref=escolhas-do-editor Copyright © 2022, Gazeta do Povo. Todos os direitos reservados.

GUERRA NA UCRÂNIA: COMBUSTIVEL, COMIDA E JUROS: COMO A GUERRA NA UCRÂNIA PODE MEXER COM O SEU BOLSO

GAZETA DO POVO Guerra na Ucrânia Combustível, comida e juros: como a guerra na Ucrânia pode mexer com o seu bolso Por Vandré Kramer 26/02/2022 21:44 13 Tanques ucranianos se deslocam no leste do país: guerra na Ucrânia pressiona cotações do petróleo e de alimentos. Tanques ucranianos se deslocam no leste do país: guerra na Ucrânia pressiona cotações do petróleo e de alimentos.| Foto: EFE Ouça este conteúdo A inflação já vinha dando dor de cabeça para os consumidores. Nos 12 meses encerrados em janeiro, o IPCA-15, prévia da inflação, fechou em 10,76%, segundo o IBGE. E vai dar mais complicação após a invasão da Ucrânia por parte da Rússia, iniciada na quinta-feira (24). A guerra na Ucrânia pegou o mundo em um momento desfavorável do ponto de vista econômico, diz Caio Megale, economista-chefe da XP Investimentos: “Há uma pressão inflacionária do lado da demanda, a disrupção nas cadeias produtivas permanece e as commodities estão subindo”. Um dos principais impactos deve vir do lado das commodities. Tanto as energéticas quanto as agrícolas devem ficar mais pressionadas. A Rússia é o terceiro maior produtor mundial de petróleo e o segundo de gás natural, fornecendo quase 40% do insumo consumido pela Europa. Nos grãos, a Rússia é o maior exportador de trigo do mundo e a Ucrânia, o quarto, além de ser o terceiro maior vendedor de milho. Segundo as economistas Fernanda Mansano e Lorena Dourado, será visível uma redução na oferta de diversas commodities, exercendo pressão adicional e contínua sobre os preços. “Agora, com a invasão da Rússia à Ucrânia, mercados precificam um cenário de estagflação – ou seja, uma inflação mais acelerada acompanhada de uma redução do ritmo de atividade econômica”, complementam os analistas da XP. Guerra na Ucrânia pressiona petróleo e combustíveis Segundo André Vidal, analista de óleo e gás da XP, o mercado do petróleo estava apertado, com estoques em baixa e demanda em alta. Com a escalada do conflito entre Rússia e Ucrânia, haverá uma pressão de alta nos preços. “O que pode ajudar é um acordo nuclear com o Irã, pois essa oferta extra pode dar um alívio momentâneo aos preços, assim como o uso de reservas estratégicas por parte dos Estados Unidos”, diz Vidal. Mesmo assim, o cenário cria pressão sobre os preços dos combustíveis no Brasil. Vidal afirma que a Petrobras não vinha reajustando imediatamente os preços porque um dos fatores atenuantes era a valorização do real. Mas, mais cedo ou mais tarde, a estatal terá de promover aumento no preço da gasolina e do diesel por implicações estatutárias. “Ainda vemos o estatuto social da Petrobras protegendo a empresa de subsidiar os combustíveis, como no passado, sendo o repasse da escalada no preço do Brent [tipo de petróleo] uma questão de tempo”, avalia. Leopoldo Vieira, analista político da plataforma para investidores TC, lembra que a alta do petróleo também influencia no preço dos transportes e dos alimentos, dois temas que são muito relevantes nos orçamentos das classes baixa e média. Como o agronegócio e os preços de alimentos podem reagir à guerra na Ucrânia O analista de agro e alimentos da XP, Leonardo Alencar, aponta que o conflito chega em um momento sensível para o campo: “Tivemos quebra de produção no Sul do Brasil, anos seguidos de clima adverso limitando o aumento da oferta para a maioria dos produtos”. Rússia e Ucrânia respondem por 17% das exportações mundiais de milho e 28% das de trigo. Empresas alimentícias, que dependem da importação de trigo, poderão ser mais afetadas. O Brasil produz pouco mais de 60% do trigo que consome; o restante tem de ser importado. Outro fator que pode impactar o agronegócio é a importação de fertilizantes. Os preços já estão subindo devido a risco de oferta e à pressão de custos. “Isso pode limitar a tecnologia no campo”, destaca Alencar. Pedro Serra, gerente de research da Ativa Investimentos, afirma que o preço dos fertilizantes é sempre algo a ser monitorado e atualmente constitui em risco de médio prazo para as empresas do agronegócio listadas na B3, a Bolsa brasileira. “No entanto, vale lembrar que a volatilidade dos fertilizantes não costuma ter efeito de curto prazo no resultado dessas empresas, uma vez que elas costumam fazer a compra desses produtos com bastante antecedência”, diz. Impactos maiores poderão acontecer caso a situação não se resolva até o fim do ano. Guerra na Ucrânia terá impactos macroeconômicos, mas Brasil pode sofrer menos Megale, economista-chefe da XP, não acredita que a meta da inflação para este ano, que é de 3,5% com tolerância de 1,5 ponto percentual, vá ser alcançada. É o segundo ano seguido que isso deve ocorrer. “A convergência ficou para mais adiante”, avalia. A mediana das projeções de inflação para 2022, segundo o relatório Focus, do Banco Central, está em 5,56%, já fora da meta. Esse choque pode obrigar o Banco Central a manter a taxa básica de juro elevada por mais tempo, o que pode afetar ainda mais a atividade econômica. O ponto médio das expectativas das instituições financeiras para a variação do PIB em 2022 é apenas 0,3%, segundo o Focus. Uma incógnita é o comportamento do câmbio, que vinha se valorizando frente ao dólar. Segundo Megale, o real vinha se beneficiando do alto preço das commodities e do fluxo de capitais para países emergentes. E, em um ambiente de maior tensão, os investidores tendem a direcionar os recursos para ativos mais seguros, como títulos do governo americano ou da União Europeia, ou mesmo para o ouro, que desde o início do mês se valorizou em 20%. A expectativa é de muita volatilidade no câmbio. “Não vai ser nem R$ 4,50, como indicam os fundamentos, nem R$ 5,50, como estava”, afirma Megale. A XP acredita que o Brasil deve sofrer menos por ser um grande produtor de commodities. A corretora também avalia que o Brasil pode se beneficiar de um fluxo positivo de investidores diminuindo exposição à Rússia, que tem como característica comum ser um mercado emergente com muito foco em commodities. “O Brasil continua a ser um mercado líquido e robusto”, diz o economista. Leia mais em: https://www.gazetadopovo.com.br/economia/guerra-ucrania-pode-mexer-seu-bolso/ Copyright © 2022, Gazeta do Povo. Todos os direitos reservados.

e-CIDADANIA FICOU DESATUALIZADO??

O e-Cidadania ficou desatualizado?? Caixa de entrada almir papalardo 23 de fev. de 2022 16:18 (há 1 dia) PREZADOS SENHORES REPRESENTANTES DO PODER LEGISLATIVO: Perplexa a sociedade brasileira pergunta: O que foi feito do e-Cidadania 14º Salário Emergencial para os Aposentados, quando foi alcançada a surpreendente quantidade de mais de 66 mil assinaturas? Decepcionados, não só os aposentados como qualquer cidadão com um pouco de bom senso, esperam há dois anos uma notícia válida a respeito, quebrando o paradigma de que os aposentados brasileiros não são de fato descartados e atirados no lixo. Como queixa amargurada aí vai um soneto entristecido contra a eterna má vontade política impingida aos sofridos aposentados. O que foi feito daquele documento ? Cordialmente. Almir Papalardo. * O e-CIDADANIA FICOU DESATUALIZADO?? * Existe mesmo sinceridade num e-Cidadania? Ou foi criado para iludir a crédula sociedade? Se estipularam 20 mil apoios para ter validade, Como explicar aquele com 66 mil, sem valia? O 14º de aposentados triplicou número limite. Teria que ter prioridade absoluta na verdade! Entretanto por ser de aposentados não vale! Oh querido Brasil cadê o teu brio, não existe? Quebram-se todos os projetos para aposentados. Os Direitos sociais do aposentado estão sumindos! Justiça só nos 147%, quando fomos respeitados. Existe solução para o Congresso continuar acreditado? Façam justiça ao indefeso aposentado excomungado, Considerando o e-Cidadania pelas 66 mil assinaturas! Almir Papalardo.

O BOOMERANG DOS APOSENTADOS

O Boomerang dos Aposentados Caixa de entrada almir papalardo 20:56 (há 45 minutos) Amigos APOSENTADOS e PENSIONISTAS: Todos sabem que somente uma equipe NUMEROSA de parlamentares seria capaz de rechaçar com eficiência as maldades impostas aos aposentados que recebem benefícios acima do PISO! É muita a diferença existente entre favoráveis e contrários aos aposentados, talvez, uma diferença calculada em 100 vezes. Por isso a necessidade de diminuir o desnível existente, possibilitando o nosso até agora quase impossível equilíbrio, numa planície muito escorregadia. Não ataquem mais aqueles que pelo menos impedem nosso esquecimento. Se julgarem falsidade em determinado defensor, deixe-o pensar que está sendo um perfeito ilusionista. Não desperdice o seu valioso voto, ignorando-o, mas em silêncio! O desabafo que contra eles fazemos, como um BOOMERANG, volta em dobro contra nós... Um forte abraço. Almir Papalardo. ** O BOOMERANG DOS APOSENTADOS ** Não dá para entender porque alguns amigos Aposentados, Só querem contestar apenas meia dúzia de gatos pingados. Odeiam políticos falando de aposentados. Querem os milagres! Alguns já querem o milagre esquecendo poder das rivalidades! São os mesmos aposentados que em eleições não sabem votar. Deixam de dar votos justamente para aqueles que nos apoiam. Já perdemos políticos pró causando derrotas que envergonham! Uma classe forte e combatível só com muitos aliados a apoiar. Perdemos Mão Santa, Arnaldo Faria de Sá, Mário Couto, Papaléo Paz. Foram perdidas as espoletas que poderiam explodir leis trogloditas. Leis que tiravam a nossa paz, deixando-nos sob agonias malditas... Reconhecemos que temos aposentados/pensionistas de inteligência. Talvez enxergassem que alguns deles nos exigiam usar de prudência. Mas seria melhor que nada falassem deixando evoluir fase da mídia. ALMIR PAPALARDO.