Companhia dos Aposentados

Tribuna dos Aposentados, Pensionistas e Trabalhadores do Brasil

CRITÉRIO DE APOSENTADORIAS ACHINCALHA O SISTEMA

Critério de Aposentadorias Achincalha o Sistema Caixa de entrada almir papalardo 16:24 (há 1 hora) para dep.abouanni@camara.leg.br, dep.acaciofavacho@camara.leg.br, dep.adolfoviana@camara.leg.br, dep.adrianaventura@camara.leg.br, dep.adrianodobaldy@camara.leg.br, dep.aecioneves@camara.leg.br, dep.afonsoflorence@camara.leg.br, dep.afonsohamm@camara.leg.br, dep.afonsomotta@camara.leg.br, dep.aguinaldoribeiro@camara.leg.br, dep.airtonfaleiro@camara.leg.br, dep.ajalbuquerque@camara.leg.br, dep.alanrick@camara.leg.br, dep.alceumoreira@camara.leg.br, dep.alcidesrodrigues@camara.leg.br, dep.alesilva@camara.leg.br, dep.alencarsantanabraga@camara.leg.br, dep.alessandromolon@camara.leg.br, dep.alexmanente@camara.leg.br, dep.alexsantana@camara.leg.br, dep.alexandrefrota@camara.leg.br, dep.alexandreleite@camara.leg.br, dep.alexandrepadilha@camara.leg.br, dep.alexandreserfiotis@camara.leg.br, dep.alexisfonteyne@camara.leg.br, dep.aliceportugal@camara.leg.br, dep.alielmachado@camara.leg.br, dep.alinegurgel@camara.leg.br, dep.alinesleutjes@camara.leg.br, dep.altineucortes@camara.leg.br, dep.aluisiomendes@camara.leg.br, dep.amaroneto@camara.leg.br, dep.andreabdon@camara.leg.br, dep.andredepaula@camara.leg.br, dep.andreferreira@camara.leg.br, dep.andrefigueiredo@camara.leg.br, dep.andrefufuca@camara.leg.br, dep.andrejanones@camara.leg.br, dep.angelaamin@camara.leg.br, dep.antoniobrito@camara.leg.br, dep.arlindochinaglia@camara.leg.br, dep.arnaldojardim@camara.leg.br, dep.aroldomartins@camara.leg.br, dep.arthurlira@camara.leg.br, dep.arthuroliveiramaia@camara.leg.br, dep.atilalins@camara.leg.br, dep.atilalira@camara.leg.br, dep.augustocoutinho@camara.leg.br, dep.aureacarolina@camara.leg.br, dep.aureoribeiro@camara.leg.br, dep.bacelar@camara.leg.br, dep.baleiarossi@camara.leg.br, dep.beneditadasilva@camara.leg.br, dep.benesleocadio@camara.leg.br, dep.betofaro@camara.leg.br, dep.betopereira@camara.leg.br, dep.betorosado@camara.leg.br, dep.biacavassa@camara.leg.br, dep.biakicis@camara.leg.br, dep.bibonunes@camara.leg.br, dep.bilacpinto@camara.leg.br, dep.biradopindare@camara.leg.br, dep.bocaaberta@camara.leg.br, dep.bohngass@camara.leg.br, dep.boscocosta@camara.leg.br, dep.boscosaraiva@camara.leg.br, dep.bozzella@camara.leg.br, dep.brunafurlan@camara.leg.br, dep.cacaleao@camara.leg.br, dep.camilocapiberibe@camara.leg.br, dep.capitaoalbertoneto@camara.leg.br, dep.capitaoaugusto@camara.leg.br, dep.capitaofabioabreu@camara.leg.br Prezados Senhores SENADORES / DEPUTADOS: * CRITÉRIO DE APOSENTADORIAS ACHINCALHA O SISTEMA * Nada para aposentados? Por que não valorizar sua aposentadoria! Valorizar e não excluí-la, como acontece hoje em nosso dia a dia! É enjeitar nossos velhinhos que tanto fizeram para nossa economia! Já esqueceram que grande maioria possui família? Isto é covardia! Por que há 25 anos não recebiam o mesmo corretivo de todos? Por que só dois terços de segurados o recebiam normalmente? Aposentado além do Piso não podia ter igual índice simplesmente? Aposentados ganhando entre Piso e Teto ficou longe dos agrados! O pior disso é nosso Poder Legislativo que assistiu e ficou inerte! Concordaram que os aposentados recebessem uma ingrata sorte! Segurados sensíveis sentiam Previdência antecipando sua morte! Por que 594 parlamentares se abstém do peso na sua consciência? Por que excluir aposentados da possibilidade de manter calmaria? Ninguém quer virar novo herói assinando outra Carta de Alforria? 35 milhões de aposentados (Piso/Teto) e familiares, agradeceria. Almir Papalardo

O PIX IMPULSIONOU A ECONOMIA EM 2023 E DEVE CONTINUAR EM 2024

DO REDE JORNAL CONTÁBIL O Pix impulsionou a economia em 2023 e deve continuar em 2024 Perspectiva positiva do Governo Federal deve influenciar diretamente na aceitação da utilização do Pix pela população brasileira De Leonardo Grandchamp Ultima Atualização 16 Out 2023 15:05 Compartilhe FacebookTwitterLinkedInWhatsAppCopy Link PUBLICIDADE Com mais de 33 bilhões de transações realizadas em 2022, o Pix lidera o ranking de meios de pagamentos, superando a somatória dos demais meios de pagamento, que juntos, totalizaram quase 21 bilhões de transações, como informado pela Febraban no primeiro trimestre. O Pix por sua vez, acabou impulsionando mercados e inclusão de mais de 70 milhões de pessoas, que nunca haviam realizado uma transferência de dinheiro anteriormente. De acordo com o relatório Focus, também do Banco Central, o crescimento da economia brasileira será de 2,92% em 2024, e a taxa Selic, também conhecida como taxa básica de juros, pode chegar aos 9%, menor índice desde outubro de 2021, quando era 7,75%. Este cenário permitirá, em tese, a abertura de mais linhas de crédito no país no ano que vem. “A perspectiva positiva para a economia brasileira em 2024 com certeza impulsiona ainda mais a utilização do Pix pelos cidadãos do país. Além disso, com a chegada do Pix automático e crédito, existirão ainda mais opções para pagamento utilizando o Pix”, explica Orli Machado, CEO da C&M Software, primeira empresa a ser autorizada pelo Banco Central a ser uma provedora de serviços de tecnologia da informação no âmbito do SPB desde 2002. Importância do Pix para a economia brasileira aumenta a cada ano Mais do que apenas um instrumento de pagamento, o Pix tornou-se um aliado das diversas classes sociais e empresas presentes no país. De acordo com os dados mais recentes do Banco Central, o Brasil possui mais de 650 milhões de chaves Pix cadastradas – até agosto de 2024, sendo que apenas 5% deste está vinculada a CNPJ. Mesmo com um ticket médio amistoso de R$427,00, o Pix movimenta por mês cerca de R$1 trilhão na economia brasileira. Substituindo os modelos clássicos de pagamento na preferência do consumidor nacional, como o boleto bancário, as transferências por DOC e TED, além dos cartões de débito e crédito, o Pix reforça ao passar de cada ano a sua importância significativa na rotatividade do dinheiro no país. Somente no último ano, o Pix transacionou 11 trilhões de reais, 5x maior que o segundo colocado, o cartão de crédito. PUBLICIDADE “A tendência é que o Pix continue a crescer em 2024, batendo novos recordes. Isso se deve ao aumento do uso do sistema por pessoas físicas e jurídicas. O Pix é uma forma de pagamento rápida e segura, que beneficia a economia brasileira, pois aumenta a circulação de dinheiro e estimula o consumo. Além disso, novos produtos estão sendo desenvolvidos para facilitar o uso do Pix por empresas, o que deve reduzir ainda mais o uso de boletos”, afirma Orli. Como o mercado enxerga a perspectiva para 2024? Nos últimos anos o mercado, conjunto de escritórios, empresários e todo o bloco que envolve qualquer tipo de ativo que possua valor financeiro, ganhou influência direta na política nacional, assim como tinha antes em diversos setores do país e o Pix também passou a ser um objeto importante nas transações e investimentos realizados. Diante deste cenário, a perspectiva do mercado sobre o futuro da economia nacional é considerada importante dentro do atual momento vivido no país e inclusive influencia nas decisões do legislativo brasileiro. “Com todos os acontecimentos recentes do mundo, é difícil prever o desempenho para 2024, mas é possível que se tenha surpresas positivas para o país, com mais cortes de juros e maior aporte por parte dos investidores”, explica Paulo Cunha, CEO da iHUB, um dos escritórios de investimentos mais promissores no Brasil, de acordo com a XP. A C&M Software é uma multinacional líder no fornecimento de soluções de meio de pagamento instantâneo no Brasil.

ECONOMIA / GOVERNO CENTRAL TEVE DÉFICIT DE R$ 26,350 BILHÕES NO MÊS DE AGOSTO

DO REDE JORNAL CONTÁBIL CONOMIACHAMADAS Governo Central teve déficit de R$ 26,350 bilhões no mês de agosto O saldo – que reúne as contas do Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central – é o quarto pior da série histórica para o mês. De Gabriel Dau Ultima Atualização 28 Set 2023 17:35 Compartilhe FacebookTwitterLinkedInWhatsAppCopy Link PUBLICIDADE As contas do Governo Central registraram déficit primário em agosto, quando a diferença entre as receitas e as despesas ficou negativa em R$ 26,350 bilhões. O resultado sucedeu o déficit de R$ 35,933 bilhões em julho. O saldo – que reúne as contas do Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central – é o quarto pior da série histórica para o mês. Em 2020, o recorde negativo foi de R$ 119,844 bilhões no mês, corrigido pela inflação. Leia também: Brasil à Deriva: O Desafio do Déficit Público sem Controle e a previsão para 2024 O déficit do mês passado ficou próximo da mediana das expectativas do mercado financeiro, que apontava um saldo negativo de R$ 26,045 bilhões (mediana), de acordo com levantamento do Projeções Broadcast junto a 18 instituições financeiras. O dado de agosto ficou dentro do intervalo das estimativas, que variavam entre déficit de R$ 52,700 bilhões a déficit de R$ 17,000 bilhões. PUBLICIDADE Nos oito primeiros meses do ano, o resultado primário registrou déficit de R$ 104,590 bilhões, o quarto pior da série histórica em termos reais. Em agosto, as receitas tiveram queda real de 9,1% em relação a igual mês do ano passado. No acumulado do ano, houve baixa de 5,8%. Já as despesas encolheram 18,5% em agosto, já descontada a inflação. No acumulado de 2023, a variação foi positiva em 4,5%. Em 12 meses até agosto, o Governo Central apresenta um déficit primário de R$ 70,9 bilhões, equivalente a 0,69% do PIB. A meta fiscal para este ano admite um déficit de até R$ 216,4 bilhões nas contas do governo, de acordo com revisão que consta no último Relatório Bimestral de Avaliação de Receitas e Despesas, publicado em setembro. Nesse documento, o Ministério do Planejamento e Orçamento estimou um resultado deficitário de R$ 141,4 bilhões nas contas deste ano, equivalentes a 1,3% do PIB. O Ministério da Fazenda, reitera que o governo ainda mira um déficit de 1,0% do PIB em 2023. Imagem: rafapress / freepik Contas do Tesouro Nacional As contas do Tesouro Nacional – incluindo o Banco Central – registraram um déficit primário de R$ 6,633 bilhões em agosto. No ano, o superávit primário acumulado nas contas do Tesouro Nacional (com BC) é de R$ 123,194 bilhões. Já o resultado do INSS foi deficitário em R$ 19,718 bilhões no mês passado. Nos primeiros oito meses, o resultado foi negativo em R$ 227,784 bilhões. As contas apenas do Banco Central tiveram déficit de R$ 113 milhões em agosto e de R$ 274 milhões no acumulado de 2023 até o mês passado. Despesas sujeitas a teto de gastos As despesas sujeitas ao teto de gastos subiram a 11,2% no acumulado do ano até agosto na comparação com o mesmo período de 2022. Leia também: Governo Registrou Déficit Primário De R$ 25,7 Bilhões No Mês De Agosto Pela regra do teto, o limite de crescimento das despesas do governo é a variação acumulada da inflação no ano passado. Porém, como o governo não ocupou todo o limite previsto em anos anteriores, na prática, há uma margem para expansão de até 18,5%. As despesas do Poder Executivo variaram 11,3% no período (a margem nesse caso é de 18,5%). A regra do teto foi substituída pelo novo arcabouço fiscal, mas alguns de seus parâmetros seguem norteando as contas públicas em 2023. Pela nova regra, as despesas serão limitadas a 70% do crescimento real das receitas em 12 meses até junho do ano anterior, com piso de 0,6% e teto de 2,5%. Fonte: InfoMoney

GOVERNO CENTRAL TEVE DÉFICIT DE R$26,350 BILHÕES NO MÊS DE AGOSTO

DO REDE JORNAL CONTÁBIL HomeEconomia ECONOMIACHAMADAS Governo Central teve déficit de R$ 26,350 bilhões no mês de agosto O saldo – que reúne as contas do Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central – é o quarto pior da série histórica para o mês. De Gabriel Dau Ultima Atualização 28 Set 2023 17:35 Compartilhe FacebookTwitterLinkedInWhatsAppCopy Link PUBLICIDADE As contas do Governo Central registraram déficit primário em agosto, quando a diferença entre as receitas e as despesas ficou negativa em R$ 26,350 bilhões. O resultado sucedeu o déficit de R$ 35,933 bilhões em julho. O saldo – que reúne as contas do Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central – é o quarto pior da série histórica para o mês. Em 2020, o recorde negativo foi de R$ 119,844 bilhões no mês, corrigido pela inflação. Leia também: Brasil à Deriva: O Desafio do Déficit Público sem Controle e a previsão para 2024 O déficit do mês passado ficou próximo da mediana das expectativas do mercado financeiro, que apontava um saldo negativo de R$ 26,045 bilhões (mediana), de acordo com levantamento do Projeções Broadcast junto a 18 instituições financeiras. O dado de agosto ficou dentro do intervalo das estimativas, que variavam entre déficit de R$ 52,700 bilhões a déficit de R$ 17,000 bilhões. Nos oito primeiros meses do ano, o resultado primário registrou déficit de R$ 104,590 bilhões, o quarto pior da série histórica em termos reais. Em agosto, as receitas tiveram queda real de 9,1% em relação a igual mês do ano passado. No acumulado do ano, houve baixa de 5,8%. Já as despesas encolheram 18,5% em agosto, já descontada a inflação. No acumulado de 2023, a variação foi positiva em 4,5%. Em 12 meses até agosto, o Governo Central apresenta um déficit primário de R$ 70,9 bilhões, equivalente a 0,69% do PIB. A meta fiscal para este ano admite um déficit de até R$ 216,4 bilhões nas contas do governo, de acordo com revisão que consta no último Relatório Bimestral de Avaliação de Receitas e Despesas, publicado em setembro. Nesse documento, o Ministério do Planejamento e Orçamento estimou um resultado deficitário de R$ 141,4 bilhões nas contas deste ano, equivalentes a 1,3% do PIB. O Ministério da Fazenda, reitera que o governo ainda mira um déficit de 1,0% do PIB em 2023. Imagem: rafapress / freepik Contas do Tesouro Nacional As contas do Tesouro Nacional – incluindo o Banco Central – registraram um déficit primário de R$ 6,633 bilhões em agosto. No ano, o superávit primário acumulado nas contas do Tesouro Nacional (com BC) é de R$ 123,194 bilhões. Já o resultado do INSS foi deficitário em R$ 19,718 bilhões no mês passado. Nos primeiros oito meses, o resultado foi negativo em R$ 227,784 bilhões. As contas apenas do Banco Central tiveram déficit de R$ 113 milhões em agosto e de R$ 274 milhões no acumulado de 2023 até o mês passado. Despesas sujeitas a teto de gastos As despesas sujeitas ao teto de gastos subiram a 11,2% no acumulado do ano até agosto na comparação com o mesmo período de 2022. Leia também: Governo Registrou Déficit Primário De R$ 25,7 Bilhões No Mês De Agosto Pela regra do teto, o limite de crescimento das despesas do governo é a variação acumulada da inflação no ano passado. Porém, como o governo não ocupou todo o limite previsto em anos anteriores, na prática, há uma margem para expansão de até 18,5%.