Companhia dos Aposentados

Tribuna dos Aposentados, Pensionistas e Trabalhadores do Brasil

J. R GUZZO - IMPAGÁVEL


Jornal da Cidade
online
POLÍTICA
J. R. Guzzo, impagável, textos curtos e precisos, umas joias de síntese da situação nacional
09/09/2019 às 08:36

J. R. Guzzo sempre foi e continua sendo um brilhante articulista. Nas redes sociais é gratificante acompanhar seus textos curtos, precisos, umas joias de síntese da situação nacional. Compilei vários destes textos e os listo abaixo. Quando sinto que é pertinente, lasco um comentário entre colchetes, ou simplesmente faço um destaque.
1. SOBRE O GOVERNO BOLSONARO
“O novo PGR tem um lado ‘A’ e um lado ‘B’. No lado ‘A’ é amigo do PT, acha Che Guevara lindo e supõe que a prioridade da justiça brasileira é proteger os direitos da ladroagem. No lado ‘B’ é o contrário disso tudo. Só vai mostrar quem é, de fato, quando começar a tomar decisões.”
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“Fernando Henrique diz que ‘pediria demissão’ se fosse Moro. É apenas uma bobagem, visto que ele não é Moro. O que FHC realmente quer é que Moro saia - e que isso crie uma crise capaz de arrebentar com o governo. É o sonho de muita gente boa - e da União Nacional Anti-Erário.”
[FHC, é bom não esquecer, é aquele cara que, apavorado – leiam a História Real de Gilberto Dimenstein e Josias de Souza, criou – por ordem de Itamar – uma comissão (mais uma, pensava!) para elaborar um plano contra a inflação, que segundo ele acreditava, daria (como os antecessores) com os burros n’água e selaria o fim de sua carreira política. Deu tudo diferente do que pensava, graças à competência da equipe – que, de resto, já trabalhara nos planos anteriores. Até na montagem da equipe, FHC não foi original. Paro por aqui para não interromper Guzzo demais]
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“A mídia brasileira parece ter assinado um pacto coletivo de suicídio. Decidiu se transformar em partido político, ou numa seita de ideias mortas: em vezes de fatos, publica seus desejos. Para garantir a perda de público, está fechada com a minoria - o Brasil derrotado na eleição.”
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“O economista Armínio Fraga é um clássico no gênero pessoa ‘importante’. Não se sabe se a obra do homem é boa ou ruim, ou sequer se ele tem uma obra. Mas é ‘importante’. Por isso, sai no jornal sempre que abre a boca. Bolsonaro é uma ‘ameaça à democracia’, diz ele. A Terra treme.
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“A mídia que sonha com a volta ao passado perde o seu tempo e as suas esperanças ao ignorar o que Antonio Palocci está contando em sua delação. O que ele diz não aparece no noticiário. Mas aparece nos autos, por escrito, palavra por palavra — e dali não vai sair nunca mais.”
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2. SOBRE A FACÇÃO PRÓ-CRIME DO STF, TAMBÉM CONHECIDA COMO SEGUNDA TURMA
“A facção pró-crime do STF mudou o Direito Universal: em processos onde haja ladrão petista e mais que um réu, ninguém pode ser condenado. A lei diz que os réus têm o direito de falar por último. Mas como não dá para todos eles falarem ao mesmo tempo, nenhuma condenação vai valer.”
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“Gilmar, Lewandowski, Carmen (nova sócia da facção) inventaram que a partir de agora existem no Brasil dois tipos diferentes de réu nos crimes de corrupção: o réu-delator e o réu-delatado, como observou o jurista Walter Maierovitch. O réu-delatado tem mais direitos que o outro.”
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“A infame Segunda Turma do STF [a tal facção Pró-Crime] provou de novo que chega a qualquer extremo na defesa da corrupção: inventou uma decisão 100% ilegal para anular a sentença que condenou um ladrão da Petrobras e Banco do Brasil. Desta vez, não usou a lei para negar a justiça. Rasgou a lei, direto.”
[O bandido da vez, beneficiado pela infame Segunda Turma, é Aldemir Bendine, ex-presidente do BB e da Petrobras, nesta última colocado por Dilma. Ele pedira R$ 15,0 milhões à Odebrecht para facilitar contratos entre a empreiteira e a Petrobras. Levou R$ 3,0 milhões e, por isso, foi condenado por Moro (que não perseguia apenas Lula!) a 11 anos de cana. Em todos os países civilizados do mundo, isto seria suficiente para mantê-lo na cadeia cumprindo a pena integral. Não no Brasil! Muito menos no Brasil da infame Segunda Turma do STF, agora com mais uma adesão: Carmen Lúcia. Cumpridos apenas dois anos (dos onze a que foi condenado) a infame Segunda Turma do STF - também conhecida como facção pró-Crime do STF - entendeu que ele estava preso por tempo “excessivamente longo” (dois anos!) e o mandou para casa para melhor usufruir do produto(s) do(s) roubo(s) que cometera.]
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3. SOBRE A AMAZÔNIA, TÃO AMBICIONADA POR MACRON
“Não existe nenhuma região ‘internacionalizada’ em nenhum país livre do mundo - muito menos com 5 milhões de km2, como a Amazônia. As sugestões do presidente Macron de transformar a área em “território da humanidade” são um gigantesco nada. Nenhum governo adulto leva isso a sério.”
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“O discurso de Bolsonaro sobre a Amazônia deixou mudos os inimigos. Esperavam gritos e grosseria. Ouviram equilíbrio, bom senso e compromissos de fazer a coisa certa. Quem ficou no papel de menino histérico foi Macron. Sua foto falsa sobre a Amazônia ‘em chamas’ foi um erro fatal.”
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“O presidente Macron diz que a Amazônia ‘arde em chamas’. Não é uma mentira: é uma alucinação. Também diz que há ‘uma crise internacional’, que exige ‘intervenção’. Não é uma declaração de guerra ao Brasil: é um surto psicótico. A ‘resistência’ anti-Bolsonaro festeja: agora vai!"
[Macron não conseguiu evitar o incêndio na Notre Dame. Verificado o incêndio, não foi competente para dizimá-lo em tempo, antes que o fogo dizimasse aquela fabulosa obra medieval. Foi este sacripanta que se arvorou em bombeiro para combater os incêndios na Amazônia, desde que o Brasil lhe cedesse a soberania, claro.]
Descrição: https://fotos.jornaldacidadeonline.com.br/uploads/fotos/150x0_1545666057_5c20fe09ca120.jpg
Engenheiro Mecânico pela UFRGS. Mestre em Ciências em Engenharia pela PUC-Rio. Doutor (Ph.D.) pelo Institute of Sound and Vibration Research (ISVR) da Universidade de Southampton, Inglaterra. Doutor Honoris Causa da UFPR. Membro Emérito do Comitê de Dinâmica da ABCM. Detentor do Prêmio Engenharia Mecânica Brasileira da ABCM. Detentor da Medalha de Reconhecimento da UFSC por Ação Pioneira na Construção da Pós-graduação. Detentor da Medalha João David Ferreira Lima, concedida pela Câmara Municipal de Florianópolis. Criador da área de Vibrações e Acústica do Programa de Pós-Graduação em engenharia Mecânica. Idealizador e criador do LVA, Laboratório de Vibrações e Acústica da UFSC. Professor Titular da UFSC, Departamento de Engenharia Mecânica, aposentado.

GUEDES, SALIM E TARCÍSIO: O TRIO QUE FAZ A DIFERENÇA NO GOVERNO





BLOG / 


Um blog de um liberal sem medo de polêmica ou da patrulha da esquerda “politicamente correta”.
9 de setembro de 2019


Fonte: Gazeta

Sem dinheiro público à vista, o setor de infraestrutura no Brasil olha para mudanças regulatórias em estudo pelo governo e pelo Congresso como saída para atrair recursos privados e deixar para trás duas décadas de investimento insuficiente, mostrou reportagem da Folha neste domingo.
O exemplo dos aeroportos, cujas regras de concessão foram alteradas pelo governo federal em 2017, salta aos olhos. Naquele ano, 38% dos R$ 970 milhões aplicados na área eram privados, enquanto em 2018 isso cresceu para 77% de R$ 2,14 bilhões.
“O cenário é de restrição fiscal. Por isso, temos um programa de desinvestimento [estatal] que é o maior do mundo, com previsão de investimentos de R$ 200 bilhões”, afirma a secretária de Fomento e Parcerias do Ministério da Infraestrutura, Natália Marcassa.
“Apostar no setor privado não é ideologia, é pragmatismo. O que o governo deve fazer é avançar no arcabouço regulatório, e o presidente Jair Bolsonaro precisa parar de falar besteira”, diz Cláudio Frischtak, especialista no assunto. “Toda a questão ambiental, como o caso recente da Amazônia, e de direitos humanos sensibiliza demais investidores de grandes fundos”, diz.
O incansável ministro Tarcísio Gomes de Freitas não para de anunciar medidas para atrair investimentos. Nos últimos dias, comemorou várias, tais como os Contratos de concessão de 12 aeroportos assinados: “Governo @jairbolsonaro levando R$ 1,47 bi em investimentos a Recife, Maceió, Aracaju, João Pessoa, Campina Grande, Juazeiro do Norte, Vitória, Macaé, Cuiabá, Sinop, Alta Floresta e Rondonópolis com outorga de R$ 2,38 bi ao @govbr”, escreveu.
E, claro, o megaleilão de petróleo: “O maior leilão de óleo e gás do mundo está próximo de acontecer no Brasil! R$ 1 trilhão em investimentos e toda uma cadeia reaquecida. É emprego na veia!”, celebrou. E concluiu em tom otimista: “O Brasil vai dar certo!”
Se o governo tivesse mais gente como Tarcísio e menos polêmicas desnecessárias causadas pelo núcleo duro do bolsonarismo, creio que muito mais brasileiros concordariam com o ministro. Eis a ala que efetivamente trabalha duro para construir um futuro melhor para todos os brasileiros.
Assim como Salim Mattar e Paulo Guedes. O secretário de Desestatização preparou com sua equipe uma apresentação para o ambicioso projeto de privatizações do governo Bolsonaro. Logo no começo o powerpoint destaca o compromisso do presidente com essa agenda: “Trabalharemos pela estabilidade macroeconômica, respeitando os contratos, privatizando e equilibrando as contas públicas. O Brasil ainda é uma economia relativamente fechada ao comércio internacional e mudar esta condição é um dos maiores compromissos deste Governo”, uma fala tirada do discurso em Davos.
Em outra, a direção fica ainda mais clara: “No Brasil as privatizações visam o combate à corrupção bem como a geração de renda e empregos. Seguimos o prometido durante a campanha: tirar do Estado tudo o que puder ser administrado pela iniciativa privada.”
Em seguida, Salim faz um retrato assustador do país que herdamos da social-democracia e do PT: 5,9 milhões de normas; 390.726 tributárias; carga de impostos crescente e sistema altamente complexo, que demanda um recorde mundial de horas trabalhadas só para pagar tributos; resultado: R$ 4 trilhões em contencioso tributário. Outro resultado: um crescimento médio do PIB perto de 2% ao ano desde a redemocratização, menos da metade da média emergente. Além do baixo crescimento, a taxa de investimento é medíocre, principalmente em infraestrutura, e o endividamento federal é crescente e explosivo, chegando a quase 90% do PIB, um dos maiores do mundo emergente.
A apresentação mostra ainda vários índices em que o Brasil fica na rabeira, como liberdade econômica, produtividade do trabalho, competitividade, abertura comercial etc. Enquanto isso, ainda existem mais de 400 empresas estatais no país, nas diferentes esferas de poder. Só a União tem mais de 130. “Consertar os erros do passado consome 80% do nosso tempo!”, destaca o secretário.
Para consertar isso, tivemos a fusão de ministérios, maior planejamento, e a seguinte missão: “Reduzir o tamanho do estado e reordenar o seu papel na economia, por meio de políticas de desestatização e desinvestimento, incluindo a formulação de novas diretrizes, coordenação e definição de critérios de governança corporativa das empresas estatais federais, bem como a gestão patrimonial e alienação dos bens imóveis da União”. Nobre missão.
E o instrumento é vender ativos, privatizar, enxugar a estrutura estatal. Muito já vem sendo feito, como mostra o secretário, mas há muito mais o que fazer ainda. E ele sabe: “Precisamos reduzir este estado gigantesco, obeso, lento, burocrático e oneroso para os pagadores de impostos que interfere na vida do cidadão e do empresário!”.
Diante do orçamento apertado para o ano que vem, em que sobrará muito pouco dinheiro para investimento e custeio da máquina pública, o governo Bolsonaro resolveu reduzir substancialmente o aporte de capital em estatais não dependentes do Tesouro. A previsão é injetar somente R$ 148,9 milhões em 2020 nas empresas públicas que não dependem do dinheiro do governo para funcionar.
O dado consta no Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) de 2020 enviado pelo governo ao Congresso na última sexta-feira (30). O projeto agora será apreciado pelo Congresso Nacional, que pode fazer alterações nos valores. O texto precisa ser aprovado pelos parlamentares até dezembro, antes do recesso de fim de ano.
O valor de aporte projetado pelo governo é substancialmente menor do que o realizado ou projetado para anos anteriores. Em 2017, por exemplo, o governo injetou R$ 2,140 bilhões em estatais não dependentes. Em 2018, foram R$ 4,7 bilhões.
O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse que o plano do governo é privatizar todas as estatais. Segundo ele, o presidente Jair Bolsonaro apoia a ideia e tem cobrado mais rapidez na venda das companhias federais.
“O presidente está conosco na privatização. Todos os dias ele cobra: ‘Poxa Salim, tem que vender uma por semana! Está demorando muito!'”, disse Guedes em entrevista ao “Valor”, fazendo referência ao secretário de Desestatização e Desinvestimento, Salim Mattar.
“Eu quero privatizar todas as empresas estatais. Essa é a proposta. A decisão final é do Congresso. A minha obrigação é fazer o diagnóstico e entregar a prescrição. O Congresso vai decidir”, prosseguiu Guedes.
Na entrevista, o ministro falou na ideia de criar um “PAP – Programa de Aceleração das Privatizações”, com um “fast track” para agilizar o processo de venda das estatais. É isso. Privatize Já!
Rodrigo Constantino


PALAVRAS DE BOLSONARO






Perde um minuto e leia. “Palavras de Bolsonaro".
As mazelas vão durar muitos anos, infelizmente .
O Brasil foi aparelhado para o socialismo/comunista baseado em
 pilares sustentáveis, como seja:
1-doutrinação nas universidades;
2- distribuição,ajuda ao mais pobre, em vez de dar emprego/dignidade;
3- imprensa com verbas;
4- dinheiro da corrupção para eles e o Partido.

"Ganhamos, acabamos com o PT!" Não...

Tire esse pensamento da cabeça agora!

O PT está caído, sim, mas está muito longe de deixar de ser uma ameaça.

Já se perguntou porque o pior candidato de um partido envolvido até o pescoço em corrupção, cujos principais líderes estão todos na cadeia, recebeu 44 milhões de votos?

A resposta é simples. Conquistamos a presidência, mas o PT e suas variáveis ainda dominam tudo que leva até lá..

A esquerda ainda detém enorme influência e poder.

Jamais subestimem um grupo que ganhou 4 eleições, passou 13 anos com acesso a reservas quase infinitas de dinheiro e colocou seu pessoal em absolutamente TODAS as engrenagens da máquina estatal.

A esquerda ainda domina: meio acadêmico, meio artístico, meio cultural, movimentos sociais a grande parte do meio político.

A influência deles é tão grande, que me fizeram , praticamente o culpado da facada que levei.

Fizeram de uma matéria esdrúxula de jornal, sem provas, uma acusação que foi parar no TSE e ficou uma semana em destaque. Fizeram meus apoiadores se passarem por bárbaros descontrolados noticiando ataques claramente forjados.

Acham mesmo que eles perderam esse poder só por que não chegaram à Presidência?

Se não tivessem esse poder, teríamos ganho com 80% dos votos.

O povo sabia que não queria o PT, mas a destruição da minha imagem foi colocada em prática por todo o sistema.

Perdeu-se milhões de votos por conta de calúnias divulgadas pela esquerda com tamanha intensidade que faria Goebbels se sentir um estagiário na xerox do DCE.
Ganhei a eleição para Presidente, mas a máquina está toda podre e comprometida. Não irão deixar-me governar e fazer as reformas que o País precisa, sem apoio de vcs.

Estão me sabotando desde o primeiro dia.
Todas as mudanças na área econômica serão anunciadas pelo sistema como uma tentativa de prejudicar os pobres e retirar direitos do trabalhador.

Todas as mudanças na área social serão anunciadas como uma tentativa de assassinar LGBTs/Mulheres/Negros/Pobres/Nordestinos.

É assim que a esquerda joga.
Estou recebendo o Brasil no pior estado que um Presidente já recebeu, serei criticado pelos seus acertos e massacrado pelos seus erros. Tentarei não errar.

O primeiro ano será bem difícil.

É preciso tomar o poder de influência da esquerda e devolvê-lo ao povo.

O povo tem que se informar por fatos e não por narrativas cuidadosamente construídas por intelectuais em universidades.
Voltarei ao assunto sobre onde estão instalados os inimigos e como desentocá-los.

Não há como acabar com a divisão no País, se não acabarmos com quem está nos dividindo.

Comemoremos a vitória, foi gigantesca. Mas não percamos a noção da realidade. Estamos só no começo.

*Jair Messias Bolsonaro*

(Texto recebido pelo WhatsZapp)

A VERDADEIRA HISTÓRIA POR TRÁS DA "RESERVA" RAPOSA SERRA DO SOL E OUTRAS


A VERDADEIRA HISTÓRIA POR TRÁS DA “RESERVA” RAPOSA SERRA DO SOL E OUTRAS.
                                  Wilson Fernandes (Belo Horizonte)
(Apresentação).
O presente trabalho, ao contrário do possa parecer à primeira vista, não é fruto da imaginação ou de teorias conspiratórias, trata-se de profunda pesquisa feita a partir de observações históricas e geopolíticas do passado e da atualidade. Onde procuro informar sobre os perigos que espreitam a integridade e a soberania nacional. Para melhor compreensão dos fatos, é necessário visualizar os links indicados. As fontes das pesquisas vão desde os livros de história, a Wikipédia, vídeos postados no youtube e, por ultimo, as revelações do wikileaks, sendo que tudo passou por uma criteriosa análise lógica e dedutiva.
Gostaria também de esclarecer que não possuo nenhum interesse pessoal, político ou econômico na questão, até porque moro a centenas de quilômetros dessas regiões, meu interesse é apenas cívico patriótico. já enviei essa matéria a alguns órgãos do Estado,a deputados, e até mesmo a alguns órgãos da imprensa, ninguém deu retorno, mas também ninguém teve a ousadia de falar que eu estava errado, pois se tentassem me punir, isso iria levantar uma celeuma tão grande que a coisa ira tomar um rumo incontrolável, e como espertos que são, fingiram ignorar. Só hoje é que entendo isso.
Às vezes, faço uso até mesmo de palavras fortes, não por falta de educação, mas como reflexo da minha indignação e da afronta que ultraja o meu espírito patriótico. Sou um homem de meia idade, estou doente com câncer e a morte não me assusta, não vou levar nada dessa terra, não tenho nada de pessoal contra nossos irmãos índios, apesar de que tem muito “índio” de olhos verdes e cabelo alisado indo reivindicar terras na Câmara dos Deputados há algumas semanas atrás. Mas, até nisso, acredito que houve a intervenção divina, eles nos ensinaram qual o caminho para atingirmos nossos direitos, eles devem estar morrendo de arrependimento, porque ensinaram ao povo brasileiro que sem barulho não se consegue nada. Eles sabem que a farra vai acabar, demarcações não vão deixar de acontecer, mas não do jeito que estava ocorrendo, daqui para frente, certamente serão observados outros critérios, além dos alegados pela “zelosa” FUNAI, membro pertencente ao mesmo corpo estranho que se instalou no legislativo e no executivo nacional.
Uma vez que Deus me deu a capacidade para discernir essa trama maquiavélica, se me omitisse ou me calasse, não tenho dúvidas que certamente, um dia teria de prestar contas por esse ato de covardia. (o Autor).
A VERDADEIRA ESTÓRIA POR TRÁS DA "RESERVA" INDIGENA RAPOSA SERRA DO SOL E OUTRAS.
 A quase ausência de comentários a uma matéria dessa importância demonstra o desconhecimento e o descaso dos brasileiros para com o país onde seus filhos e netos viverão– infelizmente, nosso povo - até por falta de apoio da grande mídia comprada, é muito ingênuo, não conseguiu ainda enxergar as ameaças veladas e ações sub-reptícias que estão curso contra nosso país e, por tradição até pitoresca, gosta de se preocupar com:  “B”, praia, carro, carnaval e futebol.

Na época do descobrimento do Brasil,  tapeavam-se os índios com espelhinhos e bugigangas, hoje as grandes potências,  através de suas “ONGs” de fachada, usam a bandeira nobre da ecologia. 
 Os “abutres” do Norte (leia-se establishment anglo-americano e seus asseclas europeus), assim como todo abutre, geralmente não abate sua presa, espera ela adoecer e morrer para aproveitar seus despojos.
Ao contrário do que ocorre na natureza, esses “abutres”, são estrategistas da melhor qualidade, “convencem” políticos para criarem leis e aprovarem extensas demarcações de terras, denominadas “terras indígenas”, dominam economicamente a grande mídia que, dia após dia, transmite aqui e no exterior, a ideia eco-terrorista que a floresta está em chamas ou sendo devastada; isso, os militares chamam de serviço de desinformação ou contra-informação.
  Enquanto isso, por aqui, disseminou-se uma doença denominada “ONGs”; que há muito tempo levam caciques para o exterior, ensinaram-lhes inglês, francês, fazendo-lhes lavagem cerebral, corrompendo-lhes a alma e a vontade, estes, voltam com “ideologias nacionalistas”, achando que os gringos realmente se interessam  por eles. Isso, não é conclusão apenas deste que lhes escreve, é também de quem dedicou a sua vida a causa indigenista no Brasil, o saudoso patriota Orlando Vilas boas, podem conferir em:
 Eles não estão nem aí para os índios, estão de olho mesmo é nas jazidas de nióbio e titânio (terra indígena do alto Solimões também conhecida por Cabeça do Cachorro - AM); urânio (reserva indígena Raposa Serra do Sol e maciço do Cristalino); ouro, diamantes e cassiterita (reserva indígena ianomâmi), sem falar de tantas outras até mesmo desconhecidas por nós brasileiros, mas, a essas alturas,  através de sua alta tecnologia, eles já sabem muito bem onde fica sua localização. Então, uma ONG “boazinha” rapidamente, planta em cima dessa jazida uma aldeiazinha e, ao mesmo tempo, vão fornecendo dinheiro para “subsidiar” sua implementação do plano B, que consiste em reivindicar, com o apoio de políticos e “autoridades” apátridas, a demarcação e homologação de áreas gigantescas; muito maiores que muitos Estados do Nordeste.

Não está se falando que os índios não possam e não devam possuir direitos, mas esses direitos não podem pôr em risco a segurança e a soberania da NAÇÃO BRASILEIRA como um todo. Rico, pobre, branco, negro, índio ou mestiço, seja ele amazonense, nordestino ou gaúcho; todos somos iguais em direitos e deveres, é o que determina a Constituição Federal.
Mesmo que inexistisse esse visível risco à soberania nacional, é inadmissível a demarcação de áreas tão extensas, levando em consideração que milhões de famílias brasileiras não possuem sequer um m2 para construir um barraquinho para sua família. 

O índio não pesca e caça a uma distância maior do que 10 km, do contrário, precisaria de bestas para carregar a carga; vocês  já viram ou conhecem alguém que consegue carregar 20 kg de mandioca por uma distância maior do que essa? Uma capivara adulta pesa em média 50 kg, uma anta pode chegar a 300kg. Então, para que demarcar ½ do território de Roraima para os “índios”? Deve-se lembrar que, incluindo as áreas de preservação ambiental, esse percentual chega a 80% daquele território. Na verdade, os da Reserva Raposa Serra do Sol, ao que parece, nem mais fazem isso. Se assistirem os três vídeos da Rede Globo
poderão ver que não aparece nenhum índio em estado primitivo, apenas caboclos aculturados usando calça e camisa; são “índios” fazendeiros que usam caminhões, caminhonetes, lap tops e celular, e certamente devem possuir carteira de identidade e contas bancárias. No Estado do Mato Grosso, segundo alguns sites, dizem possuir até aviões.

É fato notório e a história não deixa mentir que uma região pouco habitada, onde as pessoas não têm discernimento suficiente para saberem que estão sendo usadas, é muito mais fácil de ser isolada e dominada militarmente do que uma região habitada e com forte sentimento nacionalista, como exemplo pode-se citar a faixa de Gaza e Cisjordânia.
Como sempre, a ganância, o interesse econômico, é mola impulsionadora do domínio imperialismo desde a época de Alexandre, o Grande, passando pelo domínio português e espanhol nas Américas, ao domínio do império britânico na África e Índia, até meados do século passado. O apartheid nada mais foi do que a consequência pela disputa das barras de ouro e pedras de diamantes das jazidas da República Sul Africana (literalmente).
Como a guerra de conquista, não é mais eticamente viável, hoje se utiliza de desculpas como: “posse de armas de destruição em massa”, “defesa de minorias”, “combate ao terrorismo”. Como isso não se aplicaria por aqui, a suposta “defesa dos índios” e a “defesa do meio-ambiente”, seria a desculpa que usariam para isso.
Some-se a isso, o fato de a região fazer divisa com a ex-Guiana Inglesa, a instalação de bases militares americanas na Colômbia e a reativação da IV Frota americana, temos aí um tabuleiro bastante sinistro com o qual, querendo ou não, teremos que jogar, mesmo sabendo que, se não se tomarem as devidas providências, sairá perdedor.

Se essas “ONGs” gostam tanto de defenderem os “interesses” dos índios, por que não vão fazer isso em favor dos índios norte-americanos? Por que não exigem indenizações bilionárias do governo americano pelos massacres que lhes infligiram no passado? Por que não exigem que as reservas indígenas transferidas para as desérticas regiões do meio oeste, retornem para as férteis terras do vale do Mississipi de outrora? Por que não se vê nenhuma “ONG” defendendo “interesses dos índios nordestinos, dos Malacaxis do Norte de Minas”?
 Por que não se vê nenhuma ONG trabalhando na melhoria de vida dos flagelados das secas no Nordeste, ou em prol do saneamento básico e educação dos favelados ao redor dos grandes centros do Rio e de São Paulo e Belo Horizonte? Acaso não são eles também seres humanos necessitados?   
Por que EUA, Canadá, Nova Zelândia  e Austrália  não assinaram a declaração da assembleia geral das Nações Unidas sobre os “direitos dos povos indígenas”, que abre  precedentes perigosos para o seu reconhecimento como nações independentes?   

Não se vê isso em nenhum lugar do mundo, e até onde se sabe, não existe essa folgança toda nos outros países amazônicos. Vamos parar com essa enganação enquanto há tempo, que se coloque a Polícia Federal e o Exército para expulsar essa gente mal-intencionada do país.
   Os principais alvos dessa orquestração maquiavélica são o nióbio,  as terras raras e os metais preciosos existentes nas reservas indígenas de Roraima e na região da Cabeça do Cachorro (AM), esses materiais têm importantíssimas aplicações na fabricação de equipamentos militares, como ligas de aços especiais usados em turbinas de jatos, em foguetes e mísseis, pois é o melhor elemento que permite ao aço resistir às altas temperaturas desenvolvidas nesses artefatos, além de ser um super condutor  com “n” aplicações. 
Se isso tudo não bastasse, vem aí a “bomba maior”; como todo mundo sabe, o petróleo, o carvão mineral, além de serem altamente poluidores, têm data para acabar e, a despeito de todas as outras fontes de energia, que possam ser exploradas (geotérmica, eólica, marés, fotovoltaica e biomassa), nenhuma se equiparará à do reator nuclear. 
 MAS COMO? ISSO JÁ NÃO EXISTE?

É o que pensaram, não é? Acontece que os reatores nucleares existentes, trabalham com o processo de fissão nuclear, que gera um lixo atômico altamente perigoso e difícil de ser armazenado, ou seja, é um verdadeiro “abacaxi”. Lembram-se de Chernobyl ou do Césio 137 de Goiânia e, por último, o desastre de Fukushima?

Pois bem, nos EUA e na Europa, existem programas em fase adiantada de desenvolvimento do REATOR DE FUSÃO NUCLEAR e, uma vez dominada a tecnologia (se é que ela já não exista e seja mantida em segredo de Estado), produzirá energia mil vezes maior do que a produzida em reatores de fissão, com a vantagem de não produzir lixo atômico. 
 Dificilmente a inteligência humana descobrirá algo mais eficiente do que isso. E o único material que serve para a fabricação da maior parte desse tipo de reator chama-se NIÓBIO! Contudo, mesmo que esse reator resulte num fiasco, ainda assim vão precisar de muito nióbio para as demais aplicações já comprovadamente úteis. 
 O Brasil possui nada menos que 97% das jazidas mundiais, sendo ele explorado em Araxá (MG) e Catalão (GO), e pasmem, está sendo vendido a preço de banana para americanos, europeus e japoneses, que compram toda a produção e fazem depósitos estratégicos em seus países para utilizá-lo no futuro; assim como fizeram com o manganês da Serra do Navio (AP), tudo silenciosamente para não chamar a atenção.  Veja em:
Bem. O que isso tem a ver com a calha norte? Aparentemente nada, e ao mesmo tempo tudo. Na hora em que o primeiro reator começar a funcionar de verdade, demonstrado todo o seu potencial, os brasileiros vão despertar para essa burrice de vender esse precioso metal a preço de banana e o preço iria ficar estratosférico.

Terminada a aulinha de física, vamos ao que interessa; os brasileiros quando despertarem do sono da ignorância, este material provavelmente teria seu preço cotado a peso de ouro e o Brasil, da noite para o dia, se tornaria a maior potência econômica do planeta. 
Brasil potência, fim da miséria e da desigualdade social, que dádiva, que maravilha! Só que tem um pequeno grande detalhe, os imperialistas não querem isso de maneira alguma e, como não encontrariam respaldo internacional algum para uma invasão no coração do Brasil, por que não tomá-lo lá nos estados do Amazonas e de Roraima? Segundo consta, as reservas de lá são muito maiores do que as daqui.
Sun Tzu (400 aC), foi o maior estrategista militar que o mundo conheceu, suas lições são tão perfeitas que servem até os dias de hoje, é o livro de cabeceira dos generais e estrategistas americanos. Dentre várias lições, vou citar apenas uma extraída do livro: A Arte da Guerra.
“Excele na arte da guerra aquele que vence sem usar a força, mas para isso primeiro é preciso levantar uma “causa justa”, conhecer todo o terreno, os passos do inimigo, conhecer suas fraquezas, infiltrar espiões, conquistar a população local com lucros aparentes, corromper lideranças locais e plantar a desinformação, porém se tudo isso não funcionar, ataque-os de surpresa, de uma forma rápida e planejada. E se tiver uma força 10 vezes maior do que a do inimigo, a vitória estará garantida".
Tudo isso já está em curso na Amazônia.

-  Há mais de 20 anos, um cantor inglês veio ao Brasil levar o cacique Raoni a Europa, divulgando a “defesa das terras dos índios”.

- No exterior - há bastante tempo - está plantada a ideia que os brasileiros são os destruidores da Amazônia.

- “ONGs” internacionais são tidas pelos ingênuos índios como benfeitores e defensores de seus direitos.

-Assinou-se na ONU, a convenção dos “direitos dos povos indígenas”, que permitem a esses reivindicarem autonomia política, territorial e gestão de seus “recursos” e até mesmo a tutela da ONU para fazer valerem seus direitos, dando status de nação; vejam em:

- Governos estrangeiros pressionaram o brasileiro para demarcação das reservas indígenas de forma contínua.

Diante do exposto, não é preciso ter bola de cristal para deduzir que, sem a presença de fazendeiros, seringueiros e extrativistas para denunciar, os “missionários”, com livre acesso à região, sabem exatamente onde fica cada posto do exército brasileiro e da sua movimentação; de posse de pequenos aparelhos detectam os locais onde existam materiais radiativos e estratégicos, mapeiam com GPS, repassam isso para uma base de apoio, possivelmente, instalada na ex-Guiana Inglesa; esses, de helicóptero, vêm, pousam, camuflam o aparelho, fazem a prospecção com equipes especializadas e vão embora em total segurança, ou seja, se já não têm, daqui a algum tempo, terão o inventário completo do subsolo daquela região.
  E o Sivam?
O Sivam é de fabricação norte-americana, será que ele detecta um helicóptero a baixa atitude? Se sim, seria difícil para eles, através de satélites, provocarem uma pane em seu software e deixar o radar cego?
No início dos anos 80, segundo pesquisei, eram uns 2.000 índios, hoje já são mais de 17.000; índio não usa camisinha e nem toma anticoncepcional, daqui a 20 ou 30 anos serão uns 100 mil e, juntamente com as outras aldeias do rio Negro, poderá chegar a 1 milhão; então os rios  e a floresta não  terão mais peixe e caça suficientes para alimentá-los, vão querer explorar o nióbio, o urânio, o ouro, os diamantes e demais riquezas minerais para comprar alimentos,  vão declarar a independência da “nação ianomâmi” com base nesse “tratado lesa pátria” assinado (sem o conhecimento do povo brasileiro) pelo Itamarati na ONU. 
A quem o Itamarati está representando afinal? 
À NAÇÃO BRASILEIRA? Tudo indica que não. 
 onde o Brasil é ABERTAMENTE  AMEAÇADO caso não demarcasse a “reserva” “Raposa” Serra do Sol.   
O que está por trás disso? 
A quem interessa isso senão aos nossos “amigos” do Norte?
  Não vai ser a luta de um indefeso fazendeiro contra o "Estado Opressor", vai ser a luta contra a Nação “ianomâmi”, com milhares de índios que não vão se contentar com o recebimento de royalties, vão querer "tudo" e declarar independência ou morte. 
 Quando o povo brasileiro se der conta disso e quiser intervir, já será muito tarde, Forças internacionais, já estarão lá para defender os “interesses dos índios” e comprar o nióbio, o urânio e demais minerais pelos mesmos preços e talvez até mais barato que os preços atuais, eles não vão perder a "oportunidade" de ter o monopólio sobre essas jazidas de materiais estratégicos. 
 Na verdade, não se trata de oportunidade, e sim de um maquiavélico plano secreto arquitetado pelo establishment anglo-americano, possivelmente com o apoio e assessoramento da CIA, que teve a gênesis após a crise do petróleo em 1973 (?); infelizmente não se pode provar tudo isso e eles jamais admitirão tamanha torpeza, mas a força das evidências aliada à lógica de sua política imperialista, não deixam margem para uma interpretação diferente. 
Se não fossem imperialistas, para que bases militares e frota de navios de guerra espalhados pelo mundo inteiro? 
Se, por causa de petróleo, eles invadiram e dominaram o Iraque, por que não invadiriam a Amazônia pelo NIÓBIO e URÂNIO que lhes garantiriam a energia mais barata do futuro, seu padrão de vida e seu status de potência hegemônica? 
 A explosão da base de lançamento de Alcântara com a morte de 21 cientistas do programa espacial brasileiro no exato momento em que todos eles estavam inspecionando o foguete desligado terá sido mesmo um acidente?
Será que a grande presença de americanos nos dias que antecederam o acidente, fora por mero acaso?
A quem interessaria uma desistência do programa espacial brasileiro?  
         A cada problema que aparece, sua Central de Inteligência articula uma estratégia para evitar que ele se repita.
     Para quem estiver imaginando que o que foi dito não passa de um exagero ou fantasia, gostaria de citar algumas passagens que elucidarão com clareza o tanto que os EUA levam a sério as questões que dizem respeito a sua hegemonia financeira e militar.
         Ex:       
         A partilha das terras da África e Ásia, na segunda metade do século XIX, gerou muitos desentendimentos entre as nações europeias. Enquanto Inglaterra e França ficaram com muitos territórios para explorar, Alemanha e Itália ficaram com territórios de pouco valor para explorar e aumentar seus recursos. A II Guerra, pode-se dizer que foi a continuação da I, pois a humilhação, a imposição de pesadas indenizações infringidas a Alemanha, a especulação financeira dos banqueiros e a ganância dos industriais que, visando lucro, impuseram aos EUA o bloqueio econômico ao Japão, causaram um desequilíbrio tão grande na economia mundial, que levou o mundo à II guerra mundial. Lição: impuseram o dólar como moeda aceita internacionalmente e criaram o FMI e o Banco Mundial para controlar a economia mundial e, ao mesmo tempo, expandiram seu poderio militar de forma    intervir em qualquer parte do mundo e garantir o acesso irrestrito às matérias- primas vitais à sua economia.
            O ataque japonês a Pearl Harbor. Lição: criar a mais eficiente rede de informação e vigilância do mundo.
         - Guerra do Vietnam, se deram mal, esqueceram de colocar em prática a lição de Sun Tzu (conquistar a população local). Lição: Hoje usam “ONGs” para “fazer a cabeça” dos índios amazônicos.
         - Tendo visto que alguns países, como a Coréia do Norte e Irã, estão se armando com armas atômicas e, na impossibilidade de destruí-los sem evitar complicações com a China e a Rússia, agora criaram em (segredo) um mini “ônibus” espacial o X-37B, que (ao que tudo indica), é um exterminador de  satélites, ou seja, seu sistema de inteligência procura se anteceder a qualquer coisa que possa frustrar seus planos de domínio global, seja pelo uso do engodo, sufocamento econômico ou pela força das armas. 
Diante do exposto, dá para se ver que a política expansionista-imperialista é algo tão real e presente quanto foi no passado, e que não é fácil enfrentar essa situação, o que não se pode é dar oportunidade e incentivar ao ambicioso, muito menos colaborar com o pretenso invasor. Já na década de 70, os militares construíram a Transamazônica, projetaram a Perimetral-Norte, criaram a Zona Franca de Manaus, romperam o acordo militar que havia com os EUA, tudo com o legítimo interesse de levar um pouco de desenvolvimento, habitar a região e preservar o que é nosso por Direito.
Em pouco mais de duas décadas, os “civis” jogam por terra tudo o que nossos antepassados portugueses, o Barão do Rio Branco e o Marechal Rondon e os governos militares fizeram até então. Ignorando ou fazendo-se ignorar que suas atitudes malsãs, terão graves consequências em futuro próximo.
 Como se isso não bastasse, desativaram a indústria de material bélico nacional que já foi razoavelmente expressiva, sucatearam as Forças Armadas, transformando-as em simples forças policialescas, assinaram todo tipo de acordos castristas, tais como o que limita o alcance de mísseis convencionais a 300 km, estão tentando promover a desmoralização das FAs, com a tal “comissão da verdade”. Verdade tendenciosa de transformar em heróis pessoas que cometeram crimes no passado.
Nosso povo é tradicionalmente pacífico e nossa Constituição proíbe qualquer tipo de agressão ilegítima ou de conquista, uma declaração de guerra é algo impensável contra um “inimigo” tão forte e poderoso, mas é preciso demonstrar que, se tentarem tomar o que é nosso, as perdas serão tão grandes que não compensariam os “lucros”, este é o princípio da dissuasão, que o exército Vietnamita demonstrou que é possível.
Porém, de nada valerá o discurso e as boas intenções se não for elaborado um competente plano de defesa nacional; isso passa necessariamente, pela conscientização do povo brasileiro, pelo desarmamento indígena (é, isso mesmo, a Constituição diz que todos são iguais perante a lei, e existem milhares de armas nas mãos dos índios), fim da inimputabilidade penal para índios aculturados, pelo desenvolvimento de uma indústria nacional bélica moderna, uma postura política séria e firme do governo no contexto nacional e internacional, expulsão das “ONGs” picaretas, controle e monitoramento do ingresso de estrangeiros na região, afastar toda e qualquer reserva indígena da faixa de 100km da fronteira, criar mini pólos de desenvolvimento em toda a região, observando as devidas cautelas ambientais.  
São necessários investimentos maciços na modernização das nossas forças armadas, pois a Amazônia é a “menina dos olhos” da cobiça anglo-americana e seus subordinados europeus.
Com a descoberta do petróleo do pré-sal, isso se tornou ainda mais evidente com a reativação da IV Frota e com a proposta da OTAN em "policiar" o Atlântico Sul sob a fantasiosa desculpa de “combate ao terrorismo”; engana-se quem pensa que eles vão respeitar países que contrariem seus interesses e que não possuem poder de dissuasão nuclear.
Contudo, depois dos acontecimentos do dia 20-06-2013, que certamente ficará para a história e, analisando com mais profundidade os fatos, cheguei a conclusão que não precisamos delas para nos defendermos, o Brasil deve continuar signatário do tratado de não proliferação de armas nucleares, dando exemplo ao mundo que é perfeitamente possível viver sem essa maldita invenção desumana; basta apenas o grito dos quase 200 milhões de brasileiros e da disposição férrea do nosso Herói nacional, o Duque de Caxias, que, a galope e de sabre na mão, partiu para cima do inimigo sobre uma chuva de balas, gritando: “Sigam-me os que forem brasileiros”.
Contudo é preciso nunca esquecer um célebre discurso proferido há mais de 2000 anos, de um sábio tribuno romano cujas, palavras que se aplicam in totum ao Brasil de hoje:
“Uma nação pode sobreviver aos idiotas e até aos gananciosos, mas não pode sobreviver à traição gerada dentro de si mesma. Um inimigo exterior não é tão perigoso, porque é conhecido e carrega suas bandeiras abertamente. Mas o traidor se move livremente dentro do governo, seus melífluos sussurros são ouvidos entre todos e ecoam no próprio vestíbulo do Estado. E esse traidor não parece um traidor, ele fala com familiaridade a suas vítimas, usa sua face e suas roupas e apela aos sentimentos que alojam no coração de todas as pessoas. Ele arruína as raízes da sociedade, ele trabalha em segredo, oculto na noite para demolir as fundações da nação, infecta o corpo político e tal ponto que ele sucumbe”. (Discurso de Cícero tribuno romano 42 aC.).
Por fim, digo que nada tenho contra o povo norte-americano, que é bom e amante da verdadeira democracia, suas instituições são sólidas e a lei é igual para todos; mas como aqui, eles também são vítimas da oligarquia financeira, que não tem pátria e nem reconhece fronteiras.
EPÍLOGO
Se não forem tomadas medidas firmes e responsáveis, este será o mapa do Brasil daqui a alguns anos:
 


     
 

 

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