Companhia dos Aposentados

Tribuna dos Aposentados, Pensionistas e Trabalhadores do Brasil

AS FACÇÕES DO CRIME ARMAM O GOLPE

Pessimismo, críticas, mudanças de lado, dúvidas, entre nós! Enquanto isso elles se organizam e usam literalmente todas as armas pra acabar com o governo Bolsonaro!

 

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quarta-feira, 11 de setembro de 2019

As Facções do Crime armam o golpe

Por Jorge Serrão 

quarta-feira, 11 de setembro de 2019


Uma das porta-vozes da esquerda na extrema mídia, a jornalista global Miriam Leitão, deu uma twittada “surtante” que merece uma análise muito além do que foi digitado: “Num mesmo dia um filho do Presidente exibe arma na cintura numa visita ao pai e o outro diz que as mudanças que quer não virão com a democracia”.

Talvez a musa econômica global não saiba ou, se sabe, não tem condições e liberdade para falar claramente, nos veículos do Grupo Globo, o que realmente está acontecendo de tão grave no Brasil. O convalescente Presidente Jair Bolsonaro, seus familiares e seu grupo próximo não pensam nem planejam aplicar nenhum “golpe”.

O mesmo não se pode dizer das facções criminosas cujos “negócios” ajudam a financiar o submundo da política, principalmente muitos partidos e políticos ligados à extrema esquerda. Setores de inteligência trabalham com a grande possibilidade de atentados contra a vida de Bolsonaro, sua família e os principais integrantes de seu ministério.

Os ataques, em planejamento, seriam uma reação contra prejuízos que o narcotráfico vem sofrendo nas mega-apreensões de drogas em São Paulo, principalmente a partir do Porto de Santos e do Aeroporto Internacional de Guarulhos. Estas máfias, com conexões políticas, são combatidas por ações determinadas pelo ministro da Justiça Sérgio Moro, com o pleno conhecimento do Presidente Bolsonaro.

Sabendo das ameaças vindas do submundo criminal, a família Bolsonaro optou por dar recados simbólicos. Daí se entende a foto do deputado federal e futuro embaixador do Brasil nos EUA, Eduardo Bolsonaro, com um revólver na cintura, enquanto visita o pai deitado na cama do ultra-vip Hospital Vila Nova Star, em São Paulo. Daí se compreende as duas twittadas de Carlos Bolsonaro. Primeiro, "a transformação que o Brasil quer não será rápida por vias democráticas". Depois, explicando melhor, Carlos digitou: "Por vias democráticas as coisas não mudam rapidamente. É um fato. Uma justificativa aos que cobram mudanças urgentes".

Carlos Bolsonaro falou uma dura verdade. Na prática, alguém em sã consciência acredita, de verdade, que existe Democracia no Brasil dominado pelo regime do Crime Institucionalizado? Só se for a DEMOcracia – Governo do Demônio... Aqui vigora, claramente, a Oclocracia – o regime de governo dos ladrões. Os tradicionais instrumentos democráticos não estão sendo eficazes para extirpar o câncer da criminalidade, tanto em seu nível baixo como no mais alto. No Brasil sobram impunidade, rigor ou perdão seletivo – corrompendo o princípio de Justiça.

Por isso, para comprovar que o Brasil entra realmente em um processo de mudança, será fundamental que Augusto Aras, indicado para o cargo de Procurador-Geral da República, atue no combate ao Crime, na linha do Ministro da Justiça Sérgio Moro. O Mecanismo (a elite criminosa) já está reagindo... Suas facções criminosas só não radicalizaram porque ainda sofrem os efeitos das transferências de presídios determinadas pelo Ministério da Justiça.

O jogo é brutíssimo! A batalha está apenas na etapa inicial. O brasileiro de bem e do bem precisa se preparar para a guerra. As Forças Armadas estão prontas para o o combate. Eis o temor da esquerdalha aliada do Crime... Haverá muita gritaria na extrema mídia, até a hora da “onça beber água”...

Os cidadãos brasileiros não agüentam mais arcar com as pesadas contas geradas pelo Crime Institucionalizado. Basta de “socializar” prejuízos! Os responsáveis têm de pagar por seus malfeitos! Doa a quem doer! Se o Crime arma o golpe, vamos dar o contragolpe!

PENSE UM POUCO



MARKET PLACE
PENSE UM POUCO -

Eis o ótimo texto do jornalista J.R. Guzzo - PENSE UM POUCO-: 


Previsões sobre o que vai acontecer amanhã sempre ficam melhores quando são feitas depois de amanhã. O que temos na vida real é o hoje, só isso — e o grande problema é chegar a alguma conclusão coerente sobre o que está realmente acontecendo hoje. Há uma sugestão honesta para resolver isso; infelizmente, ela dá trabalho, exige esforço mental e não pode ser encontrada no Google. Como não há o mais remoto acordo sobre o dia de hoje — as coisas estão melhores que ontem, ou nunca estiveram tão horríveis? —, a única ferramenta disponível para ter alguma ideia decente das coisas é pensar. E pensar, como se sabe, é uma das atividades humanas mais odiadas neste país, sobretudo por aqueles que imaginam saber o que estão falando.

No caso, pensar significa olhar com um pouco mais de atenção para onde o Brasil está indo. No fundo, é isso o que importa. O país vai estar melhor daqui a três anos? Depende das decisões que estão sendo tomadas agora. Se você está construindo a cada dia 1 quilômetro de estrada, por exemplo, daqui a 100 dias terá 100 quilômetros de estrada construídos.

 Não pode ser de outro jeito. Há uma única coisa que importa nisso: se aquele 1 quilômetro por dia está sendo construído mesmo. Se estiver, a realidade do país estará sendo mudada para melhor. Se não estiver, a realidade continuará a mesma. 

O resto é conversa inútil de sociólogo-politólogo-­intelectuólogo. E então: para onde estamos indo, com base nos fatos que se podem verificar hoje?

É certo, para começar, que há oito meses não se rouba por atacado no governo federal, coisa que jamais ocorreu, na memória de qualquer brasileiro vivo. Não há a mais remota denúncia de nada de errado por aí, apesar da vontade imensa dos adversários do governo de denunciar tudo. Pode haver daqui a meia hora — mas por enquanto não houve. É bobagem ignorar isso, ou achar que não faz diferença — é claro que faz uma tremenda diferença. Também não há dúvida sobre uma realidade raramente mencionada: o ministro da Economia é Paulo Guedes, e Paulo Guedes é o primeiro capitalista de verdade a chefiar a economia brasileira desde Roberto Campos, há mais de cinquenta anos. Guedes é artigo genuíno: não tem compromisso nenhum com a “economia de Estado” e a sua burocracia estúpida, sabe que não pode haver progresso duradouro no Brasil sem o máximo de liberdade econômica e está convencido de que a única função útil de um governo neste mundo é tornar mais cômoda a vida das pessoas. É igualmente óbvio que isso vai mudar o país nos próximos três anos.

É um fato que haverá uma reforma tributária — e, qualquer que ela seja, as coisas não vão ficar como estão, nem a situação atual dos impostos no Brasil vai piorar, pois isso é praticamente uma impossibilidade científica. Não há nenhum motivo concreto para alguém acreditar que o Brasil passará os próximos anos sem fazer privatizações, como passou os treze anos da era Lula-Dilma. Também é uma realidade concreta que não falta capital para ser investido no processo brasileiro de privatização já em andamento: estima-se que existam no exterior, neste momento, entre 15 trilhões e 17 trilhões de dólares aplicados a juros negativos. É possível que nenhum centavo venha para cá? Possível é — mas aí seria preciso demonstrar qual a lógica de uma coisa dessas. 

Também não há falta do que privatizar. O governo brasileiro é o maior proprietário de imóveis do mundo; boa parte do que tem pode ir para o mercado. O Brasil tem 72?000 torres de telefonia; a China tem 1 milhão. A razão sugere que há alguma coisa a fazer nessa área — ou em saneamento, já que 100 milhões de brasileiros não dispõem hoje de esgotos, por falta de investimento.

A Petrobras tem 12?000 funcionários a menos do que no fim do governo Dilma; mais 10?000 serão dispensados no futuro próximo, e a empresa estará enfim preparada para a privatização — depois de já ter vendido, sem barulho algum, sua distribuidora BR e suas operações de gás, e posto à venda oito de suas refinarias. Um dos resultados disso, pela lógica, será a redução geral dos custos da energia no país. Por causa do monopólio estatal, o preço do metro cúbico de gás no Brasil é de 12 dólares, em comparação com 7,70 na Europa e 2,80 nos Estados Unidos. Sem Petrobras, sem monopólio e com concorrência, por que essa aberração iria continuar? 

Houve uma queda superior a 20% no número de homicídios neste primeiro semestre, segundo o site G1. A inflação está perto de zero. Os juros são os mais baixos dos últimos trinta anos. A construção cresce.

São fatos. Pense neles, para pensar no amanhã.
FRASE DO DIA
A característica essencial do ser humano é a sua faculdade racional. A mente é seu meio básico de sobrevivência, seu único meio de obter conhecimento.

RESPOSTA DE CARLOS FERNANDO A GILMAR MENDES


online
JORNAL DA CIDADE

Gilmar diz que quer “pedido de desculpas da Lava Jato” e é triturado por procurador

A Operação Lava Jato é um patrimônio do país e deve ser reverenciada. Assim pensam as pessoas sérias e decentes.
Entretanto, pela devassa que fez na bandidagem ganhou inúmeros inimigos.
Incompreensível porém é que alguns dos inimigos mais implacáveis da Lava Jato tenham assento na mais alta Corte de Justiça do país.
É o caso do ministro Gilmar Mendes.
Em entrevista ao jornal Folha de S.Paulo, o todo poderoso atacou covardemente a Lava Jato, e disse que ela deveria “pedir desculpas ao Brasil”.
O ministro prosseguiu em seu ataque, ainda com mais agressividade:
“Simplesmente dizer: nós erramos, fomos de fato crápulas, cometemos crimes. Queríamos combater o crime, mas cometemos erros crassos, graves, violamos o Estado de Direito.”
Quanto absurdo! Quem é o crápula?
A opinião do procurador Carlos Fernando dos Santos Lima é bem diferente:
Eis o que ele disse:
“Gilmar Mendes representa o que há de mais podre em nossa elite político-jurídica.
Ele encarna a submissão da Justiça a esse playground de marotos que se tornou o jogo político.
Fala em nome do STF, passa por cima da distribuição interna, solta poderosos a granel, tem contra si inúmeros pedidos de suspeição que não são julgados, e agora sua imensa desfaçatez, protegida pela impossibilidade de ser alcançado por qualquer investigação - já que o inquérito secreto do STF impede que sejam analisadas suas movimentações fiscais - quer imputar à Lava Jato condutas que, se fossem olhadas por um jornalismo corajoso, lhe são comuns nesses anos todos de seu desserviço ao país.
Trata-se de uma infeliz cria de FHC, que sabidamente não tinha grande consideração pela Justiça, já que também impôs ao Brasil oito anos do Engavetador-Geral da República.
Que legitimidade possui o STF em usar material de origem criminosa para falar da suspeição de Moro, quando recusou todos os procedimentos de suspeição de seus ministros, mesmo que extensamente documentadas?
A ex-ministra Eliana Calmon sempre perguntou o motivo pelo qual a Lava Jato nunca chegou ao Judiciário.
A resposta está bem evidente hoje em dia.”
      Carlos Fernando dos Santos Lima 

CAI FORA DONA DODGE



Jornalista Polibio Braga
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Chefe da PGR ´protege Rodrigo Maia e irmão de Dias Toffoli. Força-Tarefa da Lava Jato na PGR protesta com demissão coletiva.



                              https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEimmQR7CQoD9z7inr3u_MvrYNcSxfxHU8rD5UuAIw9S2N_REx_unax7AWZ6-NuazwQuBuqLhyp7qVEyypyTIu5Cyl8Q7G-4KTUJmOqXUF4Pym6Bjw78_v901JnJZQKhVVQPM7tvzwjbOCI/s320/nono.jpg

- Os procuradores que integram a força-tarefa da Lava Jato na Procuradoria-Geral da República pediram demissão coletiva na noite desta quarta-feira.

Raquel Dodge livrou a cara de Dias Toffoli e Rodrigo Maia.

Os seis procuradores - Raquel Branquinho, Maria Clara Noleto, Luana Vargas, Hebert Mesquita, Victor Riccely e Alessandro Oliveira, não citam detalhes do motivo. Em comunicado, atribuíram a uma "grave incompatibilidade de entendimento dos membros desta equipe com a manifestação enviada pela PGR ao STF na data de ontem". 

Segundo o jornal O Globo, a insatisfação se deve a uma manifestação de Dodge sobre a delação premiada do ex-presidente da OAS Léo Pinheiro. Dodge enviou a delação de Léo Pinheiro na terça-feira pedindo para homologar o acordo. 

A insatisfação, porém, se deveu ao fato de que Dodge pediu para arquivar preliminarmente trechos da delação que acusam o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e um irmão do presidente do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli.